Fonte ornamental do séc. 20.
Demolido.
Materiais
Observações
*1 - A fonte, cuja designação advém do facto de ter sido das primeiras fontes do Porto a ser iluminada, implantava-se isolada na praça D. João I, de planta rectangular, delimitada a N. pelo edifício designado Palácio Atlântico, a O. pela Rua do Bonjardim, a S. por edifício de dez pisos e a E. pela Rua Sá da Bandeira. Era enquadrada pela área, ainda existente, de planta em U, definida pelo desnível das ruas envolventes e pelas escadarias a E. e a O., rematadas a N. por grandes plintos com esculturas, unidos desse lado por balaustradas metálicas. As grandes esculturas, em bronze, denominadas "Os Corcéis", são constituídas por cavalo e figura humana apeada, da autoria de João Fragoso e executadas em Vila Nova de Gaia na Fábrica de Artes de Bronzes de Francisco C. Guedes, Lda. A fonte, característica da arquitectura modernista, era central, sendo constituída por tanque e taça, circulares, concêntricos, de granito. O tanque, maior e mais baixo, com 11m de diâmetro, apresentava bordo saliente e interiormente estava revestido a azulejos verde água. Ao centro deste, erguia-se a taça, menor e mais alta, de bordo saliente com motivo geométrico relevado distribuído radialmente sugerindo folhas, a qual possuía um repuxo giratório. O tanque, rasteiro à praça, estava apoiado num patamar circular de apenas um degrau, revestido a calcário e basalto, representando uma sucessão de triângulos com remate em granito de perfil simples e recto.