Sítio pré e proto-histórico. Gruta natural tendo servido como habitação temporária e refúgio às populações vizinhas. Têm sido encontrados vestígios arqueológicos, associados a restos faunísticos, cobrindo todas as épocas da Pré-história - Paleolítico, Neolítico, Épocas do Cobre, Bronze e Ferro, e ainda da Época Romana. Algumas presentam paralelos com as urnas de Alpiarça. A Gruta do Almonda é riquíssima em termos geológicos, pela diversidade de formações que conserva; Não deve ter sido usada como local de enterramento, embora tenha sido encontrado um esqueleto completo, em posição vertical invertida, nos entulhos por debaixo da entrada da gruta, junto à nascente do Almonda.
Vasto conjunto de galerias subterrâneas, alongando-se por vários quilómetros em terrenos pertencentes às freguesias da Zibreira e Pedrógão. Duas entradas, a nº 1, junto à nascente do Rio Almonda, a nº 2, próximo da povoação Casal João Dias; as galerias desenvolvem-se em labirinto nas primeiras centenas de metros, alongando-se a seguir segundo 2 eixos: as conhecidas como "Ribeira do Oeste" e as designadas como "Ribeira do Norte". No interior diversas galerias, como a dos Ursos (na qual existem vários sinais de unhadas de urso nas paredes e concavidades onde os animais hibernavam) e a de Maio, e uma cisterna.
Materiais
Observações