Arquitectura religiosa, vernácula. Cruzeiro de caminho, alpendrado, de plinto paralelepipédico, só com cruz, de braços quadrangulares, pintado de azul celeste e com representações em ambas as faces.
Cruzeiro com soco de planta quadrangular encimado por plinto paralelepipédico, de faces lisas e rebordo superior piramidal, com encaixe para cruz latina, de braços quadrangulares rematados em tronco-piramidal truncado, sendo o plinto e a cruz pintados de azul celeste. Na face frontal da cruz surge pintado várias figuras sobrepostas; no topo, Cristo crucificado, de mãos semi-abertas, com os dedos indicador e o médio esticados, cabeça inclinada e olhos serrados, tronco e abdómen devidamente realçados, perizonium repuxado e atado ao lado e com os pés sobrepostos; encima-o cartela pintada de branco inscrita com "INRI". Sob a figura do Cristo, inscrição relativa ao seu promotor e data de execução: "Pe. J. MATOS MENDES MENDOU / FASER ESTA OBRA EM 1941 / P.A.S.P.A. / O PINTOR ANTONIO ... ". Surge depois a figura de Santo António, com o Menimo ao colo, sobre glória, e inferiormente, um grupo de três figuras, uma delas alada, provavelmente representando um anjo resgatando almas do purgarório. Na face posterior da cruz tem representado no terço superir do braço vertical uma Virgem em glória, coroada e de mãos sobre o peito. Envolve o cruzeiro quatro frades paralelepipédicos encimados por estrutura metálica suportando alpendre, igualmente metálico, quadrangular, com cobertura piramidal, travados nos ângulos por elementos decorados por volutas estilizadas e tendo frontalmente a data de 1993. Do centro da cobertura, suspende-se candeeiro. Os frades são interligados por gradeamento metálico com portão na face frontal do cruzeiro.
Materiais
Cruzeiro com estrutura de granito, pintado, e frades também de granito; alpendre, gradeamento e candeeiro de ferro.
Observações