Olaria romana. A investigação levada a cabo na olaria permitiu classificar o vale do Tejo como um dos centros de produção de ânforas mais significativos do território português. A produção de ânforas estava directamente ligada ao transporte de preparados piscícolas.
2 fornos (apenas a zona inferior da fornalha) de planta piriforme, com um pequeno corredor de acesso e 3 arcadas de suporte da grelha, entretanto abatida. A S. dos fornos 2 fossas onde foram encontrados materiais rejeitados durante o processo de fabrico.
Materiais
Tijolo ligado por argila
Observações
*1 - nesta olaria fabricaram-se grandes quantidades de louça de uso doméstico (pratos, malgas, jarros, almofarizes, alguidares, lucernas, etc), centrando-se contudo a produção no fabrico de ânforas (Almagro 50 e 51c, Lusitana 9); para além dos objectos produzidos encontraram-se moedas (Constantino I e II e Maximus) e fragmentos de cerâmica de importação (sigillata).