Balneário castrejo, construído nos primeiros tempos de romanização. Este monumento, que repete genericamente o modelo tradicional, tem a particularidade de ter sido objecto de uma cuidada intervenção arqueológica recente e de apresentar ainda um aspecto global bem conservado que, no entanto, se tem vindo a deteriorar com o tempo. Poderá ter estado associado a rituais dedicado à deusa indígena Nadia, segundo o arqueólogo Armando Coelho.
Organiza-se numa disposição típica destes edifícios castrejos com função balnear. É composto por três partes: forno, câmara e antecâmara. Existem ainda vestígios de um átrio. Nas imediações do edifício recolhem-se fragmentos de tégulas, ímbrices e mesmo de sigillatas.
Materiais
Granito
Observações