Arquitetura científica, do séc. 20
Planta retangular, cumprindo a área demarcada do lote para implantação do edifício, evoluindo em três pisos, com a fachada noroeste constituída por paredes em tijolo maciço à vista, praticamente cega, com exceção de uma janela corrida, a todo o comprimento do edifício, junto ao remate da cobertura. A fachada Sudeste, por oposição, é constituída por um embasamento em tijolo maciço à vista, sendo a restante fachada toda em vidro com estrutura em aço. O acesso principal do edifício, implantado a sudeste, é feito através de uma rampa exterior que liga o edifício, numa abertura de ângulo, a um corpo de um só piso marcando um paralelepípedo autónomo que se destaca da fachada sudeste, onde funciona o bar. O INTERIOR é organizado por um corredor lateral com triplo pé-direito com entrada, ao nível superior através de um lanternim, de luz natural. O corredor inclui uma escada de acesso direto aos pisos superiores. As grandes áreas de laboratórios desenvolvem-se nos pisos 0 e 3, as salas de aula e anfiteatros desenvolvem-se nos pisos intermédios com orientação noroeste. Nas fachadas de topo localizam-se a sudeste - nordeste, em gaveto, a entrada ao nível do piso 0 e, a noroeste, uma única porta de saída direta, ao nível do piso térreo, de um espaço de laboratório.
Materiais
Estrutura em betão armado com paredes exteriores em tijolo maciço à vista. Vãos em aço com um grande envidraçado na fachada SE. Cobertura em zinco.
Observações
EM ESTUDO.