Arquitectura político-administrativa e judicial, manuelina. Pelourinho de pinha cónica, com soco octogonal de dois degraus, de fuste torso com faixas vegetalistas, decorado com rosetas, e anel central, encimado por capitel simples e remate em pináculo cónico. É do mesmo tipo dos pelourinhos de Silves, Elvas, Alverca do Ribatejo (v. PT031114020003), Azambuja (v. PT031103040001) e Vila Franca de Xira (v. PT031114090001), e remate cónico sobre cogulhos de acanto. Pelourinho bastante elaborado e decorado, com o fuste ostentando rosetas, destacando-se o remate em pirâmide cónica, igualmente torsa.
Estrutura em cantaria de granito, composta por soco de três degraus octogonais, escalonados, de focinho boleado saliente, onde assenta base prismática, estrelar, com anéis, encimada por escócia côncava. Fuste cilíndrico helicoidal com estrias espiraladas intercaladas por séries de rosetas, seccionado a meia-altura por nó de anéis salientes. Capitel octogonal sem decoração, com moldura inferior encordoada, encimado por quatro cogulhos de folhas de acanto terminando em pirâmide cónica espiralada.
Materiais
Estrutura em cantaria de granito; gatos em chumbo e latão.
Observações