Arquitectura infraestrutural, maneirista, vernacular. Edifício de grande simplicidade estrutural, característica da vertente chã da arquitectura maneirista regionalmente implantada; denota na cobertura em coruchéu rematado por pináculo piramidal a interpretação vernacular de modelos eruditos muito utilizados no Baixo Alentejo desde os finais do séc. 15.
Planta centralizada quadrangular. Massa simples. Cobertura em coruchéu encimado por pináculo piramidal. Fachadas idênticas em três alçados, rasgados por arcos de volta perfeita, resguardados por murete e rematados por cornija, sendo o quarto alçado, que dá para a ribeira, cego. INTERIOR: poço de mergulho, de secção quadrangular e cobertura em abóbada de barrete de clérigo arrancando de cornija.
Materiais
Paredes de alvenaria de pedra e cal, rebocadas e caiadas, muretes guarnecidos por placas de xisto e abóbada de ladrilhos de tijoleira.
Observações