Colégio universitário carmelita com três marcantes fases de construção, a primeira com Frei Baltazar Limpo, de que subsistem ainda alguns vestígios, numa galeria fronteira ao primitivo noviciado, formada por colunelos toscanos, sobre murete, pontuadas por pilares com meias colunas adossadas, diferenciado-se, uma coluna centrada no acesso ao quintal, com fuste de caneluras, capitel com pequenas volutas, e a data de 1548 inscrita no plinto paralelepipédico, indiciando pertencer à construção original. A segunda fase de construção, correspondente à reforma de D. Armador Arraiais, mantém-se a igreja, o claustro castilhiano e a sala dos actos grandes. Da terceira fase, já com a Ordem Terceira de São Francisco, salientam-se as escadas centrais do pórtico principal da igreja, e a transformação da parte colegial em hospital, restando ainda indicação de algumas enfermarias nas vergas das portas, mantendo-se durante a posse da Ordem Terceira, alterações continuadas, para adaptações às várias ocupações de que tem sido alvo. É de estrutura quadrangular, com igreja a S., três pátios e o claustro castilhiano, de tamanhos diferenciados, em volta dos quais se distribuem as dependências. A igreja é de planta composta por nave, para onde abrem quatro capelas laterais intercomunicantes, transepto inscrito com capelas no topo e capela-mor, com coberturas diferenciadas em abóbadas de berço e em meia cúpula, com caixotões de cantaria, pouco iluminada pelas janelas da frontaria, pelos lanternins das capelas do transepto e por uma janela da capela-mor, e com iluminação indirecta através das janelas laterais da nave, num esquema semelhante ao do Colégio de São Pedro localizado nesta mesma rua (v. PT020603170083). Também a fachada principal tem semelhanças com aquele Colégio; na igreja, são ambas harmónicas, apresentando as torres sineira integradas na fachada que se apresenta tripartida e com exo-nártex, mas só neste colégio os vão se apresentam em serliana. Remate em frontão triangular, elevado relativamente ao corpo da igreja, truncada nos ângulos laterais pelas torres sineiras. Interior com coro-alto, capelas laterais com acesso por arco de volta perfeita, protegidas por teias de madeira, possuem retábulos de talha dourada e policroma, com diversidade de estilos que demarcam as épocas de construção: de perfil maneirista os das capelas de do Cristo Crucificado e da capela de Santa Madalena, barroco nacional o da capela de São Bento, rococó o da capela de Nossa Senhora da Piedade, e joaninos os das capelas dos topos do transepto. Arco triunfal de volta perfeita. O retábulo-mor é de talha dourada maneirista de andares, com planta recta e cinco eixos, rematado por frontão semicircular. A ladear a capela-mor, duas sacristias rectangulares de tamanhos diferenciados, maior a lado do Evangelho, que dá ligação ao claustro. O colégio, a ladear a igreja à esquerda, na fachada principal, possui remate em platibanda plena centrada por um frontão triangular decorado com as armas da ordem, coroado por acrotério escultórico; no registo inferior apresenta vãos de métrica e formas irregulares, localizando-se neste registo ao centro a entrada para o lar da terceira idade em portal de arco em volta perfeita, nos dois registos superiores surge já uma distribuição simétrica de vãos rectilíneos. Claustro castilhiano quadrangular, de dois pisos, o inferior com arcadas de volta perfeita e o superior com galeria. A galeria nos seus extremos, tinha duas escadas de acesso, a corpos transversais de ligação ao noviciado; actualmente da escada a N., só restam indícios, existindo apenas a escada a S., mas o corpo transversal ao qual acede, já não liga ao antigo noviciado. O primitivo noviciado no seu exterior mantém, o ritmo dos vãos do registo superior, as molduras em chanfro na porta de acesso ao piso superior e algumas mísulas que a encimam, provavelmente pertencentes a um antigo alpendre. No interior, no 2º piso, mantém as estreitas portas rectilíneas das antigas alcovas com molduras em chanfro, e um grande vão entaipado no topo S., que daria para uma provável capela ali existente. Da 2ª fase de construção, correspondente à reforma de D. Armador Arraiais, mantém-se a igreja, o claustro castilhiano e a sala dos actos grandes. Da 3ª fase, já com a Ordem Terceira de São Francisco, salientam-se as escadas centrais do pórtico principal da igreja, e a transformação da parte colegial em hospital, restando ainda indicação de algumas enfermarias nas vergas das portas, mantendo-se durante a posse da Ordem Terceira, alterações continuadas, para adaptações às várias ocupações de que tem sido alvo. Neste complexo sobressai a grande monumentalidade da igreja, com fachada principal porticada e em serliana, a harmonia e articulação dos espaços interiores da nave, capelas laterais e corredores; o classicismo do claustro e a riqueza da decoração azulejar. Mas todo o complexo merece, ser preservado pela importância arquitectónica espacial e estrutural, decorativa, e ainda pela representação histórica que encerra de épocas marcantes na cidade de Coimbra. No claustro conjunto de azulejos cuja iconografia é rara em Portugal, ilustrando episódios da vida do profeta Elias, desde o nascimento até à morte. No salão nobre o revestimento de azulejos ilustra emblemática, formando um conjunto iconográfico igualmente raro. A nivel heráldico refira-se a existência de pedras de armas representadas de forma invertida e diferenças colocadas nas armas das familias Sardinha e Silveira.
Planta quadrangular irregular, composta pelos corpos da igreja, claustro e dois pátios à volta dos quais se organizam parte das dependências, com corredores de ligação entre si, e ainda, num plano mais elevado, a E., o primitivo noviciado, de massas horizontalizantes e volumes articulados não coincidentes entre o interior e o exterior, com coberturas diferenciadas de uma, duas, três e quatro águas. IGREJA, situada a S., de planta longitudinal composta por nave única com 4 capelas laterais intercomunicantes, encimadas por dois corredores, transepto inscrito com capelas nos topos, capela-mor flanqueada por 2 sacristias, coro alto, duas galerias laterais, e duas torres sineiras. Fachada principal, voltada a O., de cantaria aparente, em aparelho isódomo, harmónica e com distribuição simétrica dos vãos; corpo central flanqueado por pilastras toscanas colossais sobre pedestais, marcado por exo-nártex, protegido por gradeamento em ferro e acesso por escadaria central, dividido em 3 panos definidos por pilastras toscanas, e dois registos definidos por cornijas; no primeiro os vãos abrem-se em serliana, com nártex coberto por abóbadas, de aresta na zona central e nas laterais de berço, que acede ao interior através de três portais de verga recta e moldura de cantaria, o central mais elevado e rematado por frontão triangular; no 2º registo, abre-se ao centro 1 janelão rectangular ladeado por duas janelas rectangulares que encimam duas pedras de armas epigrafadas do bispo construtor, da ordem carmelita (*1). Remate em frontão triangular, truncado lateralmente pelas sineiras, rasgado por janelão central e, por duas janelas termais.; sobre o janelão, nicho com escultura em pedra da Senhora da Conceição; As torres sineiras têm as faces voltadas a O. inferiormente rasgadas por grandes vãos em arco de volta perfeita a ladear a serliana, com cobertura interior em abóbadas de arestas e, junto à cornija de separação, abrem-se pequenas frestas; superiormente são rasgadas nas quatro faces por ventanas em arco de volta perfeita e rematadas em cornija; a finalizar os quatro ângulos, pináculos piramidais, em cantaria, sobre pedestais paralelepipédicos, e cobertura em cúpula. Fachada lateral esquerda, adossada às dependências do antigo colégio e ao claustro, acima deste no acompanhamento da nave estende-se galeria com 12 colunelos de fustes hexagonais, sobre murete. Fachada lateral direita, acompanha o desnível do terreno, sobressaindo inferiormente, entre contrafortes, o corpo saliente da capela da Senhora da Piedade rasgado por janelas rectilíneas nas três faces; acima desta capela, rasgam-se 3 vãos rectilíneos sendo o da extremidade esquerda mais pequeno e quadrangular, e superiormente possui uma galeria idêntica à da fachada esquerda. Fachada posterior adossada a dependências administrativas da Ordem Terceira. INTERIOR, de dois registos definidos por friso e cornija, revestidas de cantaria sensivelmente até dois terços da altura, interrompidas pelos vãos das 4 capelas laterais, em arco de volta perfeita sobre pilastras toscanas, protegidos por teias em madeira torneadas; superiormente as paredes são revestidas de azulejos de padrão formando tapetes de bicromia azul cobalto e amarelo sobre fundo branco, intercalados por quadros com pinturas figurativas, e janelas de guilhotina com sanefas de talha policromada, dourada e em marmoreados fingidos, vermelho ocre e azul. Tem coberturas diferenciadas em cantaria, em abóbadas de berço com caixotões assente em cornija saliente na nave, capela-mor e nas capelas laterais, estas últimas com os caixotões decorados por cartelas flamengas, nas capelas do transepto são em meia cúpula de caixotões decorados com elementos vegetalistas e com um lanternim junto ao arco de entrada, e no sub-coro em abóbada de berço abatida, com caixotões de decoração geométrica. Pavimentos diferenciados, escalonados em 4 planos, nave, capelas laterais, transepto e capela-mor. Separa a nave do transepto que lhe fica mais elevado, uma teia em balaustrada de madeira. Coro alto estende-se sobre o nártex, assente em arco abatido e possui guarda balaustrada de madeira, pintada em marmoreados fingidos, e um cadeiral de madeira entalhada, com espaldar de telas figurativas alusivas a carmelitas. No lado da Epístola orgão de armário. Através do coro acede-se às torres, às galerias, e aos corredores abobadados sobre as capelas laterais, tendo cada um destes corredores quatro janelas confrontantes, repartidas em igual número para a nave e para o exterior. No sub-coro, as paredes são revestidas por azulejo de padrão, idênticos às paredes laterais e possui guarda-vento pintado de castanho, em chapa metálica e vidro opaco. Junto ao sub-coro abrem-se as capelas, dedicadas, no lado do Evangelho, a Santa Maria Madalena revestida de azulejos de padrão e em ponta de diamante, e ainda com um registo figurativo representando o orago, tendo na parede do lado direito uma lápide epigrafada e armoriada, e, no lado da Epístola dedicada a Nossa Senhora da Piedade, revestida por silhar de azulejos policromos, figurativos, com representações da Paixão de Cristo, tendo na parede do lado esquerdo uma lápide epigrafada e armoriada. Sucedem-lhes, as capelas dedicadas a Cristo Crucificado no lado do Evangelho, com as paredes revestidas de azulejo de padrão, encimados por friso de querubins, tendo a do lado direito uma lápide epigrafada e armoriada alusiva aos instituidorese, a São Bento no lado da Epístola, rebocada e pintada de branco; todas as capelas possuem retábulos de talha dourada e policromada. Confrontantes, dois púlpitos quadrangulares em cantaria, assentes sobre mísulas volutadas, com guardas plenas decoradas com cartelas, e com sanefas de madeira coroadas por cartela semelhante às anteriores, sobre as portas de acesso. Os topos do transepto são semelhantes, com capelas dedicadas a São Francisco de Assis, no lado do Evangelho, e, no lado da Epístola, a Nossa Senhora do Carmo, iluminadas pelos lanternins que dão para as galerias exteriores das fachadas laterais; a capela do lado do Evangelho possui porta de acesso ao claustro e nela está uma lápide epigrafada proveniente do Colégio de São Tomás. Ambas possuem retábulos de talha dourada com fundo policromado de marmoreados fingidos, em tons de azul e rosa. Arco triunfal em volta perfeita flanqueado por duas mísulas com imagem de vulto. Elevada por um degrau, a capela-mor, com as paredes revestida por azulejos de padrão idênticos aos da nave, com duas portas axiais, dando a do lado do Evangelho para a sacristia nova e a do lado da Epístola para a sacristia velha, possui ainda duas janelas a do lado do Evangelho cega; pavimento em pedra, onde se encontra a sepultura de Frei Armador Arraiais, coberta por tampa sepulcral epigrafada, e retábulo em talha dourada. Sacristias rectangulares, a nova de maiores dimensões tem cobertura em abóbada de berço com caixotões, pavimento lajeado de pedra, e dá acesso ao claustro por uma porta rectilínea, localizada no topo O.. DEPENDENCIAS, na fachada principal, voltada para a R. da Sofia, apresenta três registos, três panos definidos por pilastras, remate em platibanda plena centrada por frontão triangular com as armas da ordem, coroado por acrotério composto por escultura feminina com duas crianças; no registo inferior os vãos rasgam-se em métrica irregular, o que se deve às adaptações ao comércio neste piso, situa-se neste registo no pano central o portal de acesso aos pisos superiores (lar da terceira idade), em arco de volta perfeita; nos registos superiores rasgam-se 26 vãos rectilíneos de métrica regular em axialidade, distribuídos 10 em cada pano lateral e 6 no central. INTERIOR, Claustro, quadrangular de 2 pisos seccionados por pilares-contrafortes, lajeado de pedra, possui ao centro do pátio um tanque baixo recortado em formato de flor de lis, centrado por um pequena escultura de São Francisco. O Piso inferior abre-se em 16 arcadas de volta perfeita apoiadas em colunas jónicas. O piso superior abre em galeria assente em murete, com 40 colunas de ordem toscana sobre pedestais paralelepipédicos, e com o brasão do bispo Arrais aposto num pilar central no lado da igreja, neste mesmo lado num plano mais elevado e recuado, surge a já referida galeria lateral da igreja voltada para o claustro. No interior do piso inferior as alas apresentam, cobertura em abóbada de berço assente em cornija, dividida em 5 tramos pelos arcos torais de cantaria sobre mísulas, incluindo os ângulos, nestes últimos possui abóbada de arestas com chaves decorativas de cantaria, alternadas de elementos vegetalista e figurativos; as paredes são revestidas por silhar de azulejos com cenas da vida do profeta Elias, de bicromia, azul cobalto sobre fundo branco e roxo manganês, de marmoreados fingidos no rodapé, e guarnição composta por elementos arquitectónicos e concheados. Interior do piso superior com cobertura plana de madeira, pavimento lajeado de pedra, paredes percorridas por silhar de azulejo de padrão. Como já foi referido, as dependências distribuem-se algumas em redor do claustro, sendo de realçar, no acompanhamento da ala N., a sala dos actos solenes, antecedida de vestíbulo que serve de recepção aos utentes da instituição, possui planta rectangular, 4 janelas altas confrontantes e abóbada idêntica à da sacristia nova, paredes percorridas por silhar de azulejos de guarnição com composições arquitectónicas e concheadas e temas emblemáticos com legendas, abaixo deles azulejos de motivo solto; no topo bacia de púlpito com sobre-porta ornada mostrando os símbolos da ordem carmelita. No ângulo NE. do claustro fica a capela mortuária, rectangular com a cabeceira a S., cobertura em abóbada de arestas de dois tramos, com chaves em florão, duas janelas na parede do lado da Epístola, paredes revestidas por silhar de azulejos, com cenas bíblicas, guarnecidos com elementos arquitectónicos; retábulo em talha dourada, dedicado à Senhora da Maternidade. Esta capela, através de uma alta porta rectilínea, de duplo batente de madeira com almofadados recortados, intercomunica a N. com o salão polivalente de cobertura em abóbada de arestas, dividida em 3 tramos por arcos torais sobre mísulas, mostrando no primeiro tramo junto à porta, arestas irregulares, devendo-se isso à diferenciação do pé-direito, que neste nível tem aproximadamente menos 1 metro, possui iluminação natural proporcionada por 6 janelas curvilíneas, 2 no topo e 4 nas paredes laterais, ao nível do último tramo da abóbada, possui porta à esquerda, e ao centro um palco em madeira. A parte superior do claustro a E, liga através de um corredor à galeria do noviciado, formada por colunas toscanas sobre murete, pontuada por pilares com meias colunas adossadas, diferenciando-se uma coluna centrada no acesso ao quintal, com fuste de caneluras e capitel de pequenas volutas; no topo S. possui umas escadas em cantaria de acesso a anexos do lar, no topo N. subiste ainda um degrau embutido na parede e uma arquitrave a indiciar a pré-existência de umas escadas idênticas às anteriores. O antigo Noviciado, situa-se num plano mais elevado tem acesso interno através de umas escadas de cantaria situadas no ângulo SE. do pátio ajardinado que o separa da galeria. Possui planta rectangular, dois pisos, modinatura dos vãos em cantaria; na fachada principal voltada ao colégio, no piso inferior apresenta 20 vãos de métrica irregular, alternados por porta e janela, localizando-se a S o portal principal que dá acesso ao piso superior (casa abrigo), em arco de volta perfeita, de moldura em chanfro formando ponta de lápis na base, encimado por 3 mísulas diferenciadas, em cantaria, as externas volutadas e a central simples; no piso superior rasgam-se 18 vãos de métrica regular, sendo o antepenúltimo a N. uma porta envidraçada com ligação a umas escadas metálicas (actualmente fora de serviço), os restantes são janelas abertas em capialço, protegidas por caixilharia em madeira pintada de branco e envidraçadas; fachadas laterais, a da esquerda é cega e dá para os terrenos do colégio, a da direita está adossada a um anexo habitacional, a fachada posterior tem um só registo, está voltada para os terrenos do colégio envolvidos pela cerca (actualmente incultos), é rasgada por 8 vãos, sendo 6 janelas os intermédios e 2 portas os externos. Interior, no piso inferior compartimentado por pequenas habitações; no superior (casa abrigo), os compartimentos distribuem-se ao longo de um corredor, à esquerda os quartos e uma sala de estar com portas estreitas de molduras de cantaria em chanfro, à direita uma pequena cozinha e os balneários, no topo a N. possui mais uma sala de estar, no topo a S., no alinhamento das divisões da direita contém um largo vão rectilíneo, entaipado indiciando a pré-existência de uma porta.
Materiais
Cantarias (pilastras, arcos, molduras dos vãos); telha cerâmica (cobertura exterior); ferro recortado (gradeamento, portões); vidro simples (janelas); alvenaria rebocada (paredes); madeira (portas e caixilharia). Interior - pedra (pavimento da capela-mor, claustro,, galeria do noviciado); cantaria (vãos, pilares, arcos e abóbadas); azulejos (revestimento de paredes da igreja, claustro, sala dos actos solenes, capela mortuária, vestíbulo de acesso aos quartos do ângulo NE do claustro); tijolo (abóbadas); tijoleira (pavimento do coro-alto) alvenaria de pedra rebocada (paredes); madeira (pavimentos da igreja e de parte das dependências, caixilharia, retábulos, sanefas, guardas do coro, etc.).
Observações
*1 - Pedra de armas de Frei Amador Arrais, também a pedra de armas da Ordem. tem tenente de nobreza de 10 borlas acompanhadas por letreiros: A. D. AMATORE. EPO. PORTALEG. CONSTRVCTVM. 1597, à esquerda; IN. HONORE. BEATISSIMAE. VIRGINIS. DE MÕTE. CARM., à direita (transcrição de CORREIA e GONÇALVES, 1947). *2- constituída com a revolução anti-cabralista (VASCONCELOS, 1938). *2 - Durante a intervenção foi posta a descoberto pintura mural existente no teto da capela da Maternidade.