Arquitetura religiosa, do séc. 20. Império de planta rectangular, interiormente de espaço único. Apresenta a fachada principal terminada em platibanda plena encimada por duplo frontão separado por cornija, ornado de volutas, e rasgada por um eixo de vão, sendo os elementos estruturais e decorativos de cantaria.
Planta rectangular simples, com cobertura homogénea em telhado de duas águas, de telha de aba e canudo. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, com embasamento, cunhais, frisos, cornijas e molduras dos vãos em cantaria. Fachada principal virada a N., terminado em friso e cornija reta, encimada por platibanda plena de cantaria, coroada lateralmente por dois pináculos piramidais; ao centro desenvolve-se duplo espaldar curvo, separados por friso e cornija reta, e sublinhado por volutas, abrindo-se no inferior nicho em arco de volta perfeita, ladeado por pilastras com pináculos, encimado por cruz relevada e albergando imagem, e o superior decorado por elementos fitomórficos relevados e coroado por elemento saliente. É rasgada por portal em arco de volta perfeita, com moldura exteriormente denticulada, possuindo porta de duas folhas com almofadas brancas e bandeira envidraçada; encima-o cartela com a data de 1923 inscrita.
Materiais
Estrutura em alvenaria de pedra basáltica, rebocada e pintada; embasamento, cunhais, frisos, cornijas, elementos decorativos, molduras vãos e pináculos em cantaria aparente; cobertura de telha.
Observações
EM ESTUDO. *1 - Segundo a lenda, a coroa do império teria sido perdida por piratas mouros ao abandonarem a ilha. Quando esses retornarem para recuperá-la, uma mulher percebendo o seu valor, decide escondê-la numa perna