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Igreja Paroquial de Cova da Lua

Igreja Paroquial de Cova da Lua

O ponto de interesse Igreja Paroquial de Cova da Lua encontra-se localizado na freguesia de Espinhosela no municipio de Bragança e no distrito de Bragança.

Arquitectura religiosa, seiscentista / setecentista. Igreja paroquial de planta longitudinal composta por nave única e capela-mor, mais baixa e estreita, interiormente com iluminação lateral. Fachadas rebocadas e pintadas, com cunhais em perpeanhos coroados por pináculos; a principal termina em cornija e empena truncada por dupla sineira e é rasgada por portal em arco de volta perfeita, protegido por alpendre. Fachada lateral direita rasgada por porta travessa de verga recta e janela de capialço na nave e capela-mor; a posterior termina em empena

Planta longitudinal composta de nave e capela-mor, mais baixa e estreita, precedida por alpendre rectangular. Volumes escalonados, com coberturas em telhados de duas águas na igreja e de três no alpendre, rematadas em beirada simples. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, com cunhais perpeanhos, coroados por pináculos com bola sobre acrotério. Fachada principal virada a NO., terminada em cornija e empena, truncada por dupla sineira, com vãos em arco de volta perfeita sobre pilares, albergando sinos, coroados por pináculos laterais e cruz latina sobre acrotério. É rasgada por portal em arco de volta perfeita protegido por alpendre, sustentado por quatro colunas assentes em plintos integrados no muro do adro. Fachada lateral direita com a nave rasgada por portal de verga recta, com moldura simples, e janela de capialço, e a capela-mor por uma janela semelhante. Fachada posterior terminada em empena coroada por cruz latina de cantaria sobre acrotério.

Materiais

Estrutura rebocada e pintada; sineiras, pináculos, cruzes, molduras dos vãos e outros em cantaria de granito; portas de madeira; cobertura de telha.

Observações

EM ESTUDO. *1 - O topónimo Cova de Lua está associado ao fabrico de cal. A laboração destes fornos era tributada e, em 1854, a excessiva taxa imposta a cada carro de cal motivou protestos contra a Câmara Municipal. Na década de 1960, os fornos da sociedade "João Miguel Pires & Irmãos Ldª" ainda laboravam.