Arquitectura civil de equipamento, vernácula. Fontanário de espaldar composto por três panos, delimitados por molduras sobrepostas, com embasamento saliente e remate em pequena cornija, o central encimada por friso e cornija, revestido a azulejos com registo alusivo à designação, e os laterais pintados com inscrição relativa à entidade promotora da construção e data da mesma.
Fontanário de espaldar composto por três panos, o central recto e os laterais convexos, de alvenaria rebocada, o primeiro revestido a azulejos e os outros pintados de rosa, todos percorridos inferiormente por embasamento saliente pintado de cinza e superiormente rematados por pequena cornija, sendo a central sobreposta por friso e cornija. Os vários panos são delimitados por moldura vertical, de cantaria, pintada de cinzento, segmentada em dois, com almofada interior côncava, de topos trilobados, pintada de rosa, decorada a meio por elemento vegetalista também em cantaria; no seu enfiamento, o embasamento é mais saliente, formando falso plinto. O pano central é revestido a azulejos de padrão monocromo verde, sobre fundo branco, tendo no terço superior, ao centro, registo com representação de Santo António com o Menino ao colo, envolvido por concheados; inferiormente, taça rectangular em cantaria, assente em plinto duplo, com barras de ferro para suporte do vasilhame; bica em torneira de ferro; sobre a moldura do lado esquerdo, argola de ferro, para prender os animais. A cornija do remate deste pano assenta na zona das molduras laterais sobre três gotas. Os panos laterais possuem superiormente moldura rectangular com inscrição no interior: do lado esquerdo "C M - P M" e do lado direito "1-4-1939", pintados de cinzento.
Materiais
Estrutura de alvenaria rebocada e pintada, cantaria, azulejos, barras e torneira de ferro.
Observações
Outora, este fontanário foi local de passagem e convívio da população local e forasteira, pois situava-se na confluência do caminho que ligava São Vicente a Porto Moniz.