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Freguesia de União das Freguesias de Aricera e Goujoim

Freguesia de União das Freguesias de Aricera e Goujoim - Municipio de Armamar

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Arícera e Goujoim (oficialmente: União das Freguesias de Arícera e Goujoim) é uma freguesia portuguesa do concelho de Armamar com 10,65km de área e 215 habitantes (2011). Densidade: 20,2 hab/km.


Arícera fica a sudeste de Armamar. Do património histórico destacam-se vestígios da civilização dolménica, da ocupação castreja e ainda a igreja matriz de invocação a São Cristóvão, em tempos filial da igreja de São Miguel de Armamar.


A agricultura praticada é de mera subsistência, uma vez que o solo, característico de região montanhosa e de declives acentuados, é pobre. Os produtos mais cultivados ao longo dos tempos têm sido o cereal (centeio e cevada), a batata e, mais recentemente, a maçã e a pêra.


Goujoim está situada a leste de Armamar, junto do rio Tedo. É um povoado concentrado com arquitetura característica das aldeias isoladas. Da localidade faz ainda parte o lugar da Ribeira de Goujoim.


Os inu00fameros vestígios arqueológicos aqui encontrados são prova mais que evidente da ocupação remota deste lugar. Goujoim é talvez a localidade com o património arqueológico mais rico de todo o município.


O interesse arqueológico pode perceber-se se enumerarmos alguns pontos de interesse que merecem uma visita: o castro situado numa eminência rochosa voltada para o Tedo com grande parte das suas muralhas ainda intacta; a necrópole do Mogo composta por diversos tu00famulos, um deles antropomórfico (com a forma do corpo humano); o marco miliário, exemplar u00fanico em Portugal, só se conhecendo a existência de mais dois em Espanha; a fonte romana situada na zona do castro, o pelourinho na praça central da aldeia, exemplar u00fanico no Município, entre muitos outros.


De facto Goujoim é uma aldeia repleta de história. Sede de Concelho na primeira metade do século XVI conserva ainda a casa da Câmara (e cadeia) com a sineira medieval, atributo das residências municipais e o pelourinho (segunda metade do século XVII). A importância histórica de Goujoim está também bem patente no nu00famero de casas solarengas que preenchem o centro habitacional da aldeia, com especial destaque para a Casa Preta.


O lugar da Ribeira de Goujoim, situado na margem direita do rio Tedo, é também um pequeno povoado caracterizado por uma vida comunitária com laços estreitos de vizinhança e onde as tradições comunitárias já desaparecidas em todo o lado aqui se fazem ainda sentir.


É na Ribeira de Goujoim que se encontram as Caldas da Moura, ou Fonte de D. Moira. Aqui a natureza fez nascer uma água considerada por muitos médicos e especialistas como benéfica para cura de muitas doenças. Esta água foi muito usada pelo médico municipal, Dr. Scipião José de Carvalho (1865-1926) em doentes seus tendo alcançado bons resultados. Também o médico Dr. João de Arau00fajo Correia a usou, tendo deixado um opu00fasculo (1948) em que refere casos de sucesso na cura de doenças por administração desta água. Infelizmente, a mobilização de terras para abertura de uma estrada terá provocado a mistura de diferentes nascentes e esta água com propriedades tão particulares terá perdido as suas características Singulares.


Fonte: Wikipedia


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