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Freguesia de Alfragide - Municipio de Amadora

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Alfragide é uma freguesia portuguesa do concelho da Amadora, com 2,51km de área e 17 044 habitantes (2011). Densidade: 6 790,4 hab/km.

Com uma área de 134,9 ha e cerca de 9000 habitantes, embora recenseados sejam apenas 6030 (Dezembro 2004). Os actuais limites – excepto o que é estabelecido pelo eixo da estrada Neudel / Damaia – são definidos por estremas de prédios rústicos e por traçados de antigos caminhos vicinais que os serviam. Obviamente, a delimitação é uma linha quebrada, confusa e incoerente, apresentando múltiplas inflexões, saliências e reentrâncias. É em alguns pontos extremamente ilógica. É o caso, por exemplo, de fazer coincidir, parte dos limites da chamada Unidade residencial de Alfragide (Urbanização Alberto Aldim), com a delimitação da Freguesia.

Daqui resulta que a Freguesia da Buraca, cuja área urbana tem início a cerca de 500 m (em linha recta), se estenda por prédios rústicos até ao topo nascente da Rua da Imprensa e Praceta Raul Brandão em plena área urbana de Alfragide.

Assim, as actuais instalações do Estado-maior da Força Aérea, por exemplo, estão situadas simultaneamente nas duas Freguesias atrás referidas – Alfragide e Buraca. A nascente, considera-se o limite a Estrada do Zambujal bem como a poente a EN 117, a sul, a confluência destas duas estradas.

 

Tem como Santa Padroeira Nossa Senhora de Fátima.

 

No extremo sul da freguesia está situada a primeira loja IKEA de Portugal, integrada numa das principais zonas comerciais da Grande Lisboa. Esta zona comercial estende-se igualmente pelas freguesias da Buraca e, principalmente, de Carnaxide (concelho de Oeiras).

 

Em 2013, foi-lhe anexada a parte Sul da freguesia da Buraca, entretanto extinta.

 

Horário:

Segunda a Sexta das 9:30 às 13:00 e das 14:00 às 17:30
Quarta-Feira das 13:30 às 19:30


No início do Século XVIII, Alfragide era constituído por três casais agrícolas que dispunham de nascentes de água e situavam na zona Sul da Freguesia Eclesiástica de Benfica, no seu limite com a freguesia de Carnaxide. Ao longo do século XVIII formou-se também a Quinta de Alfragide. Em documentos e cartografia do Século XVIII e XIX é comum este topónimo surgir com a grafia de Alferragide, que, ao que tudo indica, designaria uma terra boa para a produção de forragens para o gado. O seu nome é identificado atualmente como uma área empresarial de comércio e serviços.

Definição de Limites: Norte – IC 19/A37, Nascente – Limite do Concelho; Sul – Limite do Concelho, Poente – Estrada Nacional 117; Alfragide integra os aglomerados: Alfragide e Bairro do Zambujal.

 

Alfragide – a definição do topónimo

O estudo da origem da palavra – Alfragide – por dificuldade de meios de estudo, torna-se muito difícil. Não está num bom dicionário, não está numa boa enciclopédia, apenas num trabalho realizado pelo Dr. J. P. Machado (“Influencia Arábica no Vocabulário Português – Lisboa 1958”), é dito que «o vocábulo “Alfragide” estaria ligado a “forragem”, uma vez que próximo, em Monsanto, há um terreno pobre sob o ponto de vista agrícola, que foi denominado “cascalheiras”, e mais para poente, um terreno ubérrimo, onde a seara era sempre mais forte, denominado “reboleira”, logo seguido por outro de terras mais fracas, no outeiro, onde o trigo amadurecia mais cedo no “alto maduro”».

Surgiu então a ideia simples de lhe tirar o prefixo árabe “al” e começar a procurar nos dicionários a palavra “fragide”. Nada foi encontrado.

Contudo palavras parecidas foram encontradas:

– FORRAGEAR, forragear um campo é colher ou secar a verdura forraginosa desse campo;
– FERREJAR, é preparar a erva de um campo para os animais comerem, ceifando-a e, inclusive, secando-a se for caso disso;
– FERREJO, erva para forragem de gado;
– FERRAJEAL, campo de ferrejo;

Pessoas de idade vivendo em quintas próximas, diziam que os pais referiam “alfarragide”, outros dizem que antigamente se dizia “alferragide”. Pensa-se, com bastante segurança, que se poderá afirmar que efectivamente o topónimo “ALFRAGIDE”, está correcto e esta ligado à zona rural boa para “FERREJO”.

Assim sendo, pensa-se que os vocábulos “ALFERRAGIDE”, “ALFARRAGIDE” E “ALFRAGIDE” são todos correctos e como o Povo tem tendência a simplificar as palavras, e às vezes bem, o termo “Alfragide” é correcto e é bonito.

 

Com 2,51Km2 compreende todo o território da atual freguesia de Alfragide e parte da Buraca. Abrange territórios com géneses urbanísticas distintas mas com relacionamento físico e funcional entre si. A freguesia integra os aglomerados do Plano Integrado do Zambujal, Alfragide Sul, Quinta Grande e parque empresarial da EN 117. Trata-se de um território policêntrico, onde a oferta de bens e serviços está direcionada para procuras diferenciadas indissociáveis do estatuto socioeconómico dos seus habitantes.

A localização de serviços públicos da Administração Central e de Instituições de Solidariedade Social faz com que o Zambujal constitua um polo de emprego, situação que associada à heterogeneidade social dos residentes e ao processo de requalificação do bairro tem promovido a interação e harmonização com a área envolvente.

Por força das acessibilidades, a Quinta Grande destaca-se porque excede a função de centro de abastecimento de proximidade, afirmando centro empresarial.

No caso do contínuo Alfragide-Zambujal existe uma dinâmica de complementaridade funcional alicerçada em equipamentos de natureza diversa e reforçada pela atratividade exercida pelas superfícies comerciais. Em complemento a esta aglomeração, o eixo da EN117 constitui um importante parque empresarial estruturado pelo polígono: Miraflores, Linda a-Velha, Carnaxide e Quinta Grande. A vocação económica deste eixo de organização de fluxos, com a conclusão do IC 17, poderá ser reforçada pelo preenchimento dos espaços ainda disponíveis.

Globalmente a lógica de organização dos fluxos, com a conclusão do IC 17, obedece a uma exigência fundamental de penetração a Lisboa, sendo esta uma das vantagens locativas deste sector do território.

A construção da individualidade necessária à nova freguesia deve apostar na capitalização da diversidade social e económica como um fator potenciador da coesão territorial.

Das antigas quintas que outrora existiram na área da actual Freguesia, Quinta Grande de Alfragide, Quinta do Meio e Quinta das Torres, pouco hoje existe. A Freguesia é atravessada por um dos maiores aquedutos subsidiários do Aqueduto das Aguas Livres – o Aqueduto da Buraca ou Francesas – que, iniciando-se no Concelho de Oeiras, Serra de Carnaxide, vai entroncar com o Aqueduto Geral da Aguas Livres, já na Buraca, perto de Lisboa. Este ramal que dispõe de mais de 3428 m é na totalidade do seu percurso uma conduta subterrânea ou semi-soterrada, apresentando apenas como estruturas visíveis respiradouros que acompanham regularmente todo o seu percurso.

Existem na Freguesia 2 moinhos totalmente reconstruídos que contudo não laboram por não terem sido recuperados na totalidade, como símbolo, evocando as varias dezenas de moinhos que chegaram a laborar em simultâneo na região da Amadora.



Conteúdo Brevemente Disponível

Entidades Públicas Nesta Freguesia

Forças de Segurança Nesta freguesia

Empresas Nesta Freguesia

Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva

Situado no Parque das Nações, em Lisboa, é o maior centro interativo de ciência e tecnologia do país. Ao longo de mais de 11 000 m2, o conhecimento científico alia-se à emoção e ao prazer da descoberta. Grandes exposições temáticas e centenas de módulos interativos estimulam a exploração do mundo físico e a experimentação por parte de visitantes de todas as idades.

O Pavilhão do Conhecimento ocupa o edifício do Pavilhão do Conhecimento dos Mares da Expo’98, uma obra premiada do arquiteto João Luís Carrilho da Graça.

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Morada:
Largo José Mariano Gago, Parque das Nações
1990 - 223 Lisboa
GPS: 38.7603607178, -9.0956153870
(+351) 218 917 100

Horários:

10h00 - 18h00 (terça a sexta-feira)
11h00 - 19h00 (fins de semana e feriados)

Saber mais sobre Pavilhão do Conhecimento - Centro Ciência Viva

Planetário Calouste Gulbenkian - Centro Ciência Viva

O Planetário Calouste Gulbenkian surge do sonho e da iniciativa do Comandante Eugénio Conceição Silva, Oficial da Marinha e brilhante astrónomo amador. Projetado pelo arquiteto Frederico George, foi construído com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1963 e 1965. Em 2004 e 2005 o Planetário foi alvo de uma extensa recuperação, fruto de uma parceria com a Ciência Viva, que se tornou assim no seu principal parceiro. O actual projetor consegue apresentar mais de 9 000 estrelas, bem como a Via Láctea, cúmulos estrelares e nebulosas, as figuras das constelações e linhas didáticas auxiliares.

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Morada:
Praça do Império
1400 - 206 Lisboa
GPS: 38.6983375549, -9.2089462280
(+351) 210 977 350

Horários:

Terça a sexta-feira: 9h30 - 12h00 e 13h45 - 16h00
Sábado: 13h45 - 16h30

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OS CIRCUITOS CIÊNCIA VIVA

Os Centros Ciência Viva integram um programa de turismo do conhecimento - os Circuitos Ciência Viva - que o desafia a explorar 18 destinos em Portugal com o que de mais único pode descobrir. Em família ou com amigos, são mais de 200 as etapas que revelamos contando histórias, explicando factos, fenómenos e despertando para novas perguntas.

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