Componente urbano. Espaço urbano de confluência. Praça. Conjunto formado a partir dos núcleos de São Bartolomeu e São Tiago, predominando arquitectura dos séculos 16 e 18. Arquitectura religiosa Românica e Barroca, Arquitectura civil Românica, renascentista, barroca e de feição popular (habitações dos séc.16 / 17 / 18 / 19).
Espaço em forma de paralelograma irregular, limitado a N. e S. pelas igrejas de São Tiago (PT020603190008) e de São Bartolomeu (PT020603190039), respectivamente, e a E. e O. por alinhamentos de edifícios de volumetria média de 5 / 6 pisos, com lojas no andar térreo. Ao centro implanta-se o pelourinho assente em base quadrangular de 3 degraus, coroada por 4 braços em cruz e haste com esfera armilar, rosa-dos-ventos e cruz de Cristo. Na Praça confluem, a O., as ruas dos Esteireiros, das Azeiteiras e Adelino Veiga; a N., a Rua Eduardo Coelho; a E., as Escadas de São Tiago e de São Bartolomeu, junto às extremidades N. e S., respectivamente. A numeração dos prédios faz-se a partir da esquina com a Rua dos Esteireiros, junto à igreja de São Bartolomeu.
Materiais
Não aplicável
Observações
*1 - A Praça velha teve a designação de Praça de São Bartolomeu até 1867, altura em que passou a funcionar no mercado de D. Pedro V. *2 - Trata-se de registo de 5 por 10 azulejos representando Cristo Crucificado com Nossa Senhora coroada ao lado. Num pequeno espaço inferior, uma alma no fogo e a legenda: «P.N.A.M.A Pas ALM.» (leitura de GONÇALVES, 1947). *3 - No período das cheias do Mondego as ruas a O. e N. da Praça eram invadidas pelas águas. *4 - 1590 -este Paço era destinado às audiências do Juiz dos orfãos e para tribuna da câmara nos dias de jogos e corridas; 1678 - servia de casa de arrecadações e das Junta dos 24 mesteres. Depois do terramoto de 1755 foi Paço do Concelho.