Arquitectura político-administrativa vernacular, setecentista. Edifício de planta rectangular, com dois pisos abobadados e brasão de armas régio no exterior, apresentando características da arquitectura tradicional alentejana, a nível das cores aplicadas - ocre e branco - e das chaminés de grandes dimensões de secção rectangular. Apresenta adossamento de torre sineira. Funcionou como casa da Câmara e cadeia.
Edifício de planta rectangular adaptado ao desnível do terreno e com telhado de quatro águas. Fachada principal virada a NO., apresentando várias aberturas: no piso térreo duas portas com vão de lintel recto e uma em arco abatido, janela rectangular com gradeamento e passagem coberta com abóbada de berço, que atravessa todo o edifício até às traseiras, dando acesso à Porta de São Brás, aberta na cerca urbana; no segundo piso, três janelas com vão de lintel recto e um brasão com as armas reais em relevo marmóreo e tabela oval com a data de 1787. Na fachada tardoz do edifício surge adossada a SE. uma torre sineira de planta quadrangular rematada com telhado de quatro águas e quatro olhais, com dois sinos de bronze fundido. Integra na área NE. do edifício, transversalmente à parede mestra, chaminé de corpo piramidal do tipo vernacular alentejano.
Materiais
Mármore (ombreiras e brasão), alvenaria de pedra e cal, telha.
Observações
EM ESTUDO