Estação ferroviária da Linha do Corgo, construída no séc. 20, conservando ainda o edifício de passageiros (EP), de planta retangular e as fachadas de um piso, com faixa, cunhais e remate em friso e cornija de massa, a principal rasgada por três portais e a posterior por portal entre janelas, em arco abatido e verga de cantaria com chave relevada, sendo o central, de acesso à área pública. A ligação ferroviária era feita em via estreita.
Edifício de passageiros (EP), sem outros vestígios complementares da antiga paisagem ferroviária. Possui planta retangular, com cobertura homogénea em telhado de duas águas, rematadas beirada simples, sobreposta por chaminé no ângulo nordeste. Fachadas de um piso, rebocadas e pintadas de branco, com faixa, cunhais e remates de massa, a principal, virada a nascente. A fachada posterior, que inicialmente se virava à linha, é rasgada por portal entre janelas de peitoril, todos de arco abatido, com verga de cantaria e fecho relevado, surgindo sobre o portal toponímia em relevo. As fachadas laterais terminam em empena, apresentando ao centro toponímia relevada. No INTERIOR, o espaço estava dividido entre áreas de habitação e de serviço.
Materiais
Estrutura rebocada e pintada; faixa, cunhais e remate em massa; peitoril e verga dos vãos em cantaria de granito aparente; caixilharia de madeira; vidros simples nas janelas; cobertura de telha.
Observações
EM ESTUDO