Estação ferroviária da Linha do Sabor, construída no séc. 20, conservando ainda o edifício de passageiros (EP), o cais coberto fechado, o edifício das instalações sanitárias, oficina, o depósito de água e casas de habitação. O edifício de passageiros apresenta planta poligonal e fachadas de um ou dois pisos, com silhar de azulejos de padrão na fachada posterior, sendo o piso térreo destinado às funções ferroviárias e ao público e o segundo a residência do chefe da estação. A ligação ferroviária era feita em via estreita (bitola métrica) entre a estação do Pocinho (Linha do Douro) e a estação de Duas Igrejas.
Conjunto composto por edifício de passageiros (EP), cais coberto (CC), edifício das instalações elétricas, depósito de água, oficina e habitações de pessoal. O EDIFÍCIO DE PASSAGEIROS tem planta poligonal e fachadas de dois pisos, rebocadas e pintadas de branco, percorridas por soco de cantaria e, na fachada virada à linha, por silhar de azulejos policromos, e rematadas em duplo friso e cornija de cantaria, integrando no inferior friso de azulejos de padrão policromo. Nas fachadas laterais existem painéis de azulejo toponímicos. A fachada principal surge virada a poente. Na fachada posterior, o pano central tem frontalmente alpendre, sobre colunas de cantaria. No INTERIOR, o piso térreo era destinado à zona de serviço, com área de telégrafo, despachos e a bilheteira, conservando pequeno guiché com vão em arco, de madeira, preservando um resguardo metálico que limitava o acesso dos passageiros ao mesmo, e a estrutura, de madeira, de uma outra bilheteira, bem como a área pública, com sala de espera. O segundo piso, acedido por escadas exteriores laterais, situadas na fachada norte, era usado como habitação do chefe de estação e da sua família, mantendo as zonas bem definidas. As paredes possuem silhar de azulejos, de tipo padrão geométrico, policromo.
Materiais
Observações
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