Capela construída no séc. 18, de promoção particular, com planta retangular composta por nave e capela-mor, tendo adossado à fachada esquerda campanário e sacristia. Apresenta a fachada principal em cantaria, terminada em empena e rasgada por porta de verga reta, inscrita. Possui campanário lateral, rematado em empena reta, rasgado por porta para acesso a pátio posterior.
Planta retangular composta por nave e capela-mor, tendo adossado à fachada lateral esquerda campanário e sacristia retangular. Volumes articulados com coberturas em telhado de duas águas na capela, rematadas em beirada simples. Fachada principal em cantaria aparente, com as juntas pintadas de branco, terminada em empena, coroada por cruz latina de braços quadrangulares, e rasgada por portal de verga reta, sobre os pés direitos. Ligeiramente recuado da frontaria, dispõe-se o campanário, também em cantaria aparente com as juntas pintadas de branco, rematado em empena reta e rasgado por porta alteada de verga reta e, superiormente, por dois vãos em arco peraltado, o da direita albergando sino. A porta do campanário acede a pátio, onde existem escadas de acesso aos sinos. INTERIOR com as paredes rebocadas de branco e cobertura de madeira, de duas águas. Retábulo-mor de talha policroma, de corpo côncavo e três eixos, definidos por quatro colunas, com remate em espaldar curvo, definido por cornija volutada, sobreposta por cartela recortada ao centro. Em cada um dos eixos, surgem mísulas com imaginária.
Materiais
Estrutura em cantaria aparente; juntas cimentadas e pintadas; portas de madeira; cobertura em telha de aba e canudo.
Observações
EM ESTUDO. *1 - O padre Alexandre da Silveira Machado foi sargento-mor e três vezes morgado mas, depois de ter enviuvado, optou pela vida eclesiástica. Celebrou a sua primeira missa juntamente com o filho, o padre Tomás Alexandre da Silveira Machado. Em 29 de maio de 1769, foi beneficiado na Igreja Paroquial da Vila das Lajes do Pico.