Arquitectura religiosa contemporânea. Traçado característico da arquitectura para o programa cultual das décadas de 1950 e 1960 em Portugal, na esteira das propostas incluídas no denominado Movimento de Renovação da Arte Religiosa (MRAR). Esta tendência, desenvolvida a partir de 1952 por um grupo de jovens arquitectos católicos que procuram responder às novas exigências colocadas pelo Concílio Vaticano Segundo quanto ao papel das artes na vida eclesiástica e pastoral ("Arte Sacra é fenómeno comunitário em ordem ao culto", lia-se no catálogo da primeira exposição do grupo, a "Exposição de Arquitectura Religiosa Contemporânea" montada na Igreja de São Nicolau em Lisboa em 1953 e depois itinerante pelo país), tem os seus primeiros e mais destacados exemplos na Igreja de Santo António em Moscavide (Arq. Padre João de Almeida e Arq. António Freitas Leal 1953 (v. PT031107090051), na Igreja de Águas em Penamacor (Arq. Nuno Teotónio Pereira 1950-1957, (v. PT020507010082) e na Capela do Picote, junto à barragem hidroeléctrica com o mesmo nome em Miranda do Douro (Arq. Manuel Nunes de Almeida 1958 (v. PT010406110077).
Observações
EM ESTUDO