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Igreja Paroquial de Águas

Igreja Paroquial de Águas

O ponto de interesse Igreja Paroquial de Águas encontra-se localizado na freguesia de União das freguesias de Aldeia do Bispo no municipio de Penamacor e no distrito de Castelo Branco.

: Igreja paroquial construída na década de 50, do séc. 20, em linguagem modernista, com projeto do arquiteto Nuno Teotónio dos Santos, inspirada nas suas congéneres suíças, divulgadas pela revista Werk. Construída para substituição da antiga paroquial, de pequenas dimensões e insuficiente para albergar os fiéis durante o culto, sobretudo o dominical, com o patrocínio da importante família local, de apelido Megre, que também cedeu o terreno e serviu de interlocutor com o arquiteto, teve um processo inicial conturbado, em parte devido ao caráter inovador do projeto e, especialmente, por prever a demolição da igreja velha, gerando uma onda de oposição pela população. De facto, decorreria uma década desde o primeiro anteprojeto de Teotónio Pereira, datado de 1942, com a construção da nova igreja sobre a velha, que seria demolida, até ao início das obras, em janeiro de 1952, tendo havido, entre 1949 e 1950, vários avanços e recuos na decisão de se ampliar a igreja velha, construir uma nova e demolir a velha até, finalmente, se decidir mantê-la, precisamente devido à "(...) ofensiva contra a nova egreja, ou melhor uma campanha a favor da conservação da velha (...) "PT NTP-TXT 00124 (1/2)). Contudo, com o decorrer da construção, foi-se "(...) dando uma viragem na opinião pública a favor da (...) igreja (...)" (PT NTP-TXT 00124 (1/2)). O programa construtivo contempla uma planta trapezoidal composta por duas naves, tipologia pouco usual, tendo uma grande nave, de paredes convergentes para a capela-mor e onde se disporia a assembleia em leque, e uma nave lateral secundária, estreita e mais baixa, integrando o batistério e três capelas laterais individualizadas, permitindo a circulação não direcionada para a nave principal, onde se garantia condições de recolhimento. No exterior, procurou-se obter uma "certa nobreza e dignidade, sem cair na monumentalidade", com a fachada principal da nave principal a dominar a composição, terminada em empena truncada e de três panos, os laterais cegos e o central com nártex, acedido por três vãos abatidos, e ampla quadrícula retilínea de cantaria envidraçada. Em contraste, a fachada lateral esquerda, correspondendo à nave secundária, "é intencionalmente modesta" e harmoniza-se com o casario envolvente. A disposição dos vãos "foi estudada no sentido de permitir uma iluminação natural de intensidade regular e relativamente fraca (...), orientada de cima para baixo e de trás para diante", na nave principal, enquanto a capela-mor seria fortemente iluminada por meio de lumes verticais deixando penetrar os raios solares diretos da manhã, mas sem incidir nos olhos da assistência (PT NTP - TXT 00123). O interior apresenta grande despojamento decorativo, com o objetivo de evitar a distração dos fiéis. Possui coro-alto na disposição clássica, parcialmente assente sobre o nártex, e as linhas estruturais convergem para a capela-mor, protegida por teia, de pavimento sobrelevado, onde se dispõe, no lado do Evangelho, o púlpito de cantaria, posição pouco comum; a parede testeira, onde se pensou inicialmente fazer uma pintura mural ou incisa, foi revestida a placas cerâmicas e sobreposta por imagem do Cruxificado, da autoria de Jorge Vieira. As capelas laterais, inseridas em espaços delimitados na nave secundária, para não interferir com os atos litúrgicos da nave principal, possuem o altar com a mesma orientação do altar-mor, mas este fica propositadamente fora do ângulo de visão. O batistério, junto à entrada e exteriormente indiferenciado, tem a parede do lado do Evangelho revestida a placas cerâmicas e tesselas criando motivo encanastrado, ritmado por símbolos Cristológicos, da autoria de António Lino, junto à qual se dispõe a pia batismal, um afloramento rochoso com duas cavidades naturais, extraída do rio. A torre sineira de linhas verticalizantes, que no anteprojeto surgia junto à fachada principal e ligada ao coro por passadiço, foi transferida e isolada junto ao ângulo nordeste do templo, e construída com uma estrutura mais simples, vazada e rasgada por portas, em níveis desencontrados, de acesso aos patamares da escada, disposta em ambas as faces.

Planta trapezoidal composta por duas naves e capela-mor, mais baixa e estreita, tendo adossado à fachada lateral esquerda sacristia, cartório e arrecadação, retangular e, junto à mesma, campanário isolado. Volumes articulados, com coberturas diferenciadas em telhados de três águas na nave principal, de duas na capela-mor e de uma na nave secundária e anexos, as da igreja rematadas em beirada simples. Fachadas em alvenaria de pedra aparente ou rebocada e pintada, terminadas em cornija de cantaria. A fachada principal surge virada a noroeste, terminada em empena truncada e de três panos, os laterais, rebocados e pintados, com soco de alvenaria de pedra aparente e alhetas nos cunhais, e o central em cantaria, terminado em empena reta, com cornija retilínea, rasgada por três amplos vãos, de verga abatida, de acesso ao nártex, encimados por vãos seccionados por quadrícula retangular de cantaria, formando pequenas frestas, com vidro tipo catedral. O nártex tem as paredes de cantaria, pavimento de lajes, três portas de verga reta, duas laterais estreitas e uma central larga, sendo fechado por portões em ferro forjado. Sobre a cumeeira do telhado dispõe-se, em plano recuado, cruz latina, em ferro. A fachada lateral esquerda têm a nave principal rasgada, superiormente, por janelas jacentes, em grupos de três, separadas por nembos de cantaria, e nave secundária, com o batistério rasgado por três vãos retangulares e, cada uma das capelas laterais, por janela quadrangular, moldurada e gradeada. O anexo, terminado em meia empena, de pendente oposta à nave secundária, é rasgada a noroeste por porta de verga reta e dois vãos quadrangulares. A fachada lateral direita tem a nave cega e a capela-mor rasgada, quase de alto a baixo, por dez lumes estreitos e longilíneos, separados por cantaria. A fachada posterior termina em empena e é coroada por cruz latina, de cantaria. INTERIOR: com as duas naves separadas por pilares de cantaria, a principal bastante ampla, pavimentada a tacos de madeira, e a secundária, disposta no lado do Evangelho, estreita e mais baixa, pavimentada a cantaria, com espaço de circulação precedendo o batistério e três capelas laterais, individualizadas, e num nível sensivelmente mais alto. As paredes das naves são pintadas de bege, tendo na nave principal silhar de alvenaria de pedra aparente, no lado da Epístola, e, no lado oposto, sob os vãos jacentes que a iluminam, a zona entre os pilares revestida por painéis de madeira envernizada. Coro-alto a toda a largura da nave principal, em betão, com guarda em ferro e elementos de madeira, acedido no lado da Epístola, por escada de cantaria, com guarda em ferro, no segundo lanço. Na nave secundária, o batistério tem a parede noroeste revestida a placas cerâmicas, intercaladas por tesselas, criando encanastrado, e integrando painéis de tesselas com motivos Cristológicos e armário embutido. No pavimento dispõe-se pia batismal, formada por rocha natural, irregular, com duas cavidades, a mais pequena integrando taça circular, em bronze, com tampa facetada. As capelas laterais possuem na parede frontal lambril de madeira e na parede separadora, a nordeste, que é parcialmente interrompida no topo, dispõem-se os altares, com mesa tipo urna, em cantaria, encimada lateralmente com mísula sustentando imaginária. Arco triunfal amplo, em empena suave, assente nos pés direitos com silhares perpianhos nos cunhais. A capela-mor, sobrelevada, tem pavimento em cantaria e paredes em alvenaria de pedra aparente, protegida por teia, em ferro e madeira, surgindo, no lado do Evangelho, púlpito quadrangular em cantaria, com guarda plena do mesmo material e ferro. No lado do Evangelho abre-se porta de acesso à sacristia e, no lado oposto, frestas longilíneas. A parede testeira é revestida a painéis cerâmicos, sobrepostos por imagem do Cruxificado. Sobre supedâneo, dispõe-se mesa de altar, paralelepipédica e vazada, em cantaria. O teto das naves e da capela-mor é em fibra de madeira prensada. CAMPANÁRIO de planta retangular e estrutura revestida a cantaria de granito, vazada, com parede central rebocada e pintada de branco, rasgada, a diferentes níveis, por portais retilíneos, moldurados a cantaria, que permitem o acesso aos sinos, por meio de quatro lanços de escadas dispostas em ambas as faces, com guarda em ferro. No topo, possui virado a noroeste tem sacada, com guarda plena, integrando caixa do relógio.

Materiais

Estrutura, vigas e lajes do pavimento do coro, da capela-mor e da sacristia em betão; paredes de alvenaria ou de pedra granítica aparelhada, rebocada e pintada ou aparente; pilares, molduras dos vãos, silhares perpianhos, púlpito e respetiva guarda em cantaria de granito; teto de fibra de madeira prensada; pavimento do nártex lajeado a cantaria de granito e no interior de tacos de madeira, tijolo rebatido ou em lajes de cantaria de granito; portas e caixilharia em madeira de castanho ou em ferro; grades e guarda do coro e teia em ferro forjado; vidraça tipo catedral nos vãos da fachada principal ou simples; bancos da igreja em madeira de tóla; revestimento em placas cerâmicas e tesselas; pia de água benta e mesas de altar em cantaria de granito; cobertura de telha assente em estrutura de ferro.

Observações

*1 - A Memória Descritiva relativa ao anteprojeto de 1949, define o seu programa construtivo. Em termos de organização do espaço, "(...) 3) Criou-se uma grande nave central e uma lateral. A configuração da nave central obedece, por um lado a necessidades de acústica e visibilidade, e por outro à conveniência do melhor aproveitamento do terreno. A lotação da sala é de cerca de 900 pessoas, assim distribuídas: sentadas: 280; de pé: 350; no coro: 270. Em ocasiões excepcionais, este número poderá subir sem dificuldade a mil. 4) O estudo da circulação obedeceu aos seguintes propósitos: criar passagens amplas, especialmente para as saídas e conduzir pela nave lateral todas as linhas de circulação que não sejam de acesso à nave principal; isto para assegurar condições de recolhimento às pessoas colocadas nesta nave. As coxias alargando para as saídas e a teia que corre ao longo da nave lateral, contribuirão para satisfazer essas necessidades. 5) A entrada é feita atravez de um espaço coberto, mas aberto para o exterior - um nártex -, que faz as vezes de guarda-vento, com duas portas laterais -, proporcionando ao mesmo tempo um abrigo relativamente amplo, como convém a um local de reunião pública, e ainda a necessária transição da rua para o interior da igreja. Uma grande porta central será usada para as saídas e em ocasiões solenes. 6) O coro, colocado sobre a entrada, sobre cujas paredes em parte assenta, está na situação clássica, já hoje discutível, mas que tem a vantagem de proporcionar uma área de reserva para a assistência. 7) A capela-mor não está separada do corpo da igreja por qualquer elemento construtivo, como é tradicional, mas englobada no seu volume. A convergência das paredes laterais, a sobrelevação do pavimento, o janelão rasgado de lado, a iluminação especial e a decoração própria, torna-la-ão bem individualizada, sem a desvantagem de constituir um elemento separado. O altar, ponto de convergência das linhas estruturais do edifício, ficará perfeitamente destacado e impor-se-á como fulcro da composição. O púlpito parece colocado no local mais conveniente, do lado do Evangelho, junto da capela-mor, e dominando bem a massa dos assistentes. 8) Se bem que houvesse conveniência em colocar o baptistério numa certa independência do corpo da igreja, e com acesso directo do exterior, não foi possível faze-lo nessa conformidade, devido à estreiteza do terreno e ainda por parecer igualmente importante que ficasse aberto para a nave. 9) Com respeito aos confessionários, foi-lhes reservado um local próprio, um recanto da nave lateral, recolhido e de fácil acesso. 10) As capelas secundárias estão alojadas ao logo da nave de circulação, de tal modo que não possam interferir com os actos realizados na nave central. Ficarão recolhidas e independentes, em células próprias bem delimitadas. 11) A sacristia-cartório resultou acanhada, devido ao pouco espaço disponível nesta zona. Diligenciar-se-á no projecto definitivo alargá-la e, possivelmente, separar em locais distintos as duas funções que agora contêm, as quais, embora se relacionem, são de natureza muito diferente. 12) A entrada pela rua lateral, que também serve a sacristia-cartório, dará entrada para a sala de reuniões e da catequese, colocada por baixo da capela-mor. Um vestíbulo fará a distribuição. No piso inferior ficarão ainda instalados os serviços sanitários e arrecadações. 13) A torre sineira é ligada à igreja por um passadiço ao nível do coro, tendo acesso independente por uma porta que comunica directamente com o exterior. Tem vãos para 3 sinos e nela será colocado um relógio de duas faces (...)". No ponto III fazem-se algumas considerações importantes: "1) Como sala de assembleia, a nave deve ter condições de visibilidade e audição satisfatória. A forma trapezoidal dada à sala é um factor preponderante na obtenção dessas condições, que será completado por condições especiais. 2) Quanto à visibilidade, houve o propósito de pôr em evidência o altar-mor. A disposição dos bancos, a sobrelevação do próprio altar e a disposição da iluminação natural e artificial concorrem para a consecução desses objectivos. O altar ficará propositadamente invisível da nave lateral, para garantir sempre uma passagem livre ao longo da mesma. 3) Procurou-se, por outro lado, obter condições acústicas satisfatórias, que permitissem dispensar uma instalação de transmissão e ampliação de som (...). 4) A disposição dos vãos de janelas foi estudada no sentido de permitir uma iluminação natural de intensidade regular e relativamente fraca (apenas o suficiente para facilitar a leitura), orientada de cima para baixo e de trás para diante; no espaço destinado à assembleia, que será obtida pela grelha colocada na fachada frontal. (...). A capela-mor ficará, assim, fortemente iluminada por meio de um rasgamento vertical que permitirá a penetração de um feixe de raios solares directos durante a manhã, e de tal modo que não possa incidir directamente nos olhos da assistência. 5) Um arranjo de efeitos semelhantes se fará para a iluminação artificial. Esta será realizada à base de luz fluorescente, predominantemente indirecta (...). 6) A ventilação será assegurada pelos rasgamentos horizontais situados ao longo da fachada poente do edifício, e que serão providos de caixilhos basculantes de balanço". (...) Quanto à expressão plástica, explica-se que "(...) No exterior, houve o propósito de conseguir uma certa nobreza e dignidade, sem cair na monumentalidade, propósito que para ser atingido obrigará a fazer na fachada frontal algumas modificações que lhe dêm maior singeleza. A fachada lateral que corresponde à nave de circulação, é intencionalmente modesta, correspondendo a importância que contém, e casando-se com o cenário vizinho. 3) A forma destacada do corpo permite obter para o conjunto uma silhueta mais nítida, afirmando-se ela própria com maior vigor, sem ter uma altura muito grande, e deixando intacto o volume da igreja. 4) Uma estátua do orago, em alto relevo, será colocada junto a um dos cunhais, por forma que fique voltada para a rua principal de acesso. Na parte superior do nártex poderá inscrever-se um friso escultórico. 5) A decoração interior terá que obedecer a um plano de conjunto (...). No grande volume da nave central é indispensável uma pintura mural ao fundo da capela-mor, que ficará iluminada pelo janelão lateral, e contribuirá grandemente para a criação do ambiente necessário. Ao longo da parede do lado nascente poderão ser colocados painéis em mosaico ou baixo-relevo, se ou quando as condições económicas o permitirem. Desenhos incisos, praticados no reboco e dentro duma composição mais livre, também podem admitir-se. Na nave central não deverão ser colocados, como é corrente, imagens ou quadros em quantidade, cujo estilo ou espírito briguem com os do edifício. Sómente uma ou outra imagem poderá caber em local especial, recatado. 6) Para a decoração da nave lateral e dos locais que a ladeiam, o critério a seguir será o mesmo; embora aqui os elementos possam adquirir um carácter mais particular, aproveitando mesmo algumas das imagens existentes na actual igreja. As janelas das capelas, e especialmente a do baptistério, poderão ser dotadas de vitrais. 7) No conjunto, houve o duplo propósito de fazer arquitectura activa e de fazer arquitectura autêntica. Activa no sentido de construir ambientes propícios ao desenrolar das funções culturais e de estimular a adesão dos fieis. Autêntica como expressão de problemas funcionais resolvidos por meios adequados e correctos, servindo aspirações colectivas bem enraizadas. Como os desenhos mostram claramente, não foi considerado qualquer propósito de empregar estilos do passado, já caducos, ou elementos construtivos e decorativos ditos regionais. Tais práticas são desastrosas por estarem em contradição com as realidades vitais" (PT NTP - TXT 00123). *2 - O projeto desta data previa "um aumento sensível da área útil, à custa do espaço ocupado pelas arrecadações e sacristia, que ficará transformado em nave lateral. Com esta disposição aumenta-se a capacidade da igreja em cerca de 50%, pois a área útil passa de 80m2 para 120m2. Preferiu-se esta solução da nave lateral à do alargamento da nave única para manter o eixo interior da igreja coincidente com o eixo da frontaria, por forma a não alterar a estrutura desta. Para o efeito será demolida a parede norte da igreja, construindo-se em seu lugar uma série de arcos, de modo a proporcionar a maior visibilidade à nave lateral. Ainda para conservar coincidentes o eixo da porta e o da nave principal, haverá que demolir também as paredes laterais da capela-mor, reconstruindo-as nos mesmos planos das paredes da nave. Na planta do estado atual estão indicadas a tracejado as paredes a demolir. Por outro lado, para se obter maior desafogo e cubagem no interior da igreja, prevê-se o levantamento de todo o telhado e a sua reposição a um nível superior, como se indica a tracejado nos cortes do estado actual. Esta modificação implica o apeamento da cimalha em toda a sua extensão e de todos os capiteis, acrescentando-se as pilastras ao mesmo tempo que se levantam as paredes. Tanto quanto possivel, serão aproveitadas as cantarias apeadas, fazendo-se os acrescentamentos com pedras já usadas, para evitar o contraste desagradável que resultaria do emprego de cantarias novas. Para substituição da arrecadação eliminada pela ampliação da igreja tem que encontrar-se um local nas imediações da igreja, visto que o anexo cuja construção se prevê por detrás da capela-mor não pode comportar mais do que a sacristia para que deixe uma passagem livre entre a igreja e as casas visinhas. O interior da igreja foi arranjado por forma a obter-se um bom aproveitamento do espaço e uma disposição prática e correcta dos vários elementos: altares, confessionários, púlpito, etc. o altar-mor será inteiramente conservado com o respectivo retábulo. Os dois altares laterais mais antigos, serão colocados em nichos abertos na parede sul, sendo eliminados os que se situam nos cantos. um novo altar, de traçado simples, será colocado em nicho ao fundo da nave lateral. Um guarda-vento será construído à entrada. Na construção serão empregados principalmente materiais locais, para que a igreja mantenha em tudo o seu estilo actual" (PT NTP TXT 00125).