Arquitectura militar, seiscentista e setecentista. Originalmente, forte de planta estrelada irregular, do qual resta hoje, dois vértices com os respectivos baluartes e guaritas de planta hexagonal. Integra no seu interior, farol, de construção oitocentista, de torre cilíndrica em ferro, com lanterna e varandim de serviço e quatro edifícios de planta rectangular e quadrangulares, rasgados por vãos rectilíneos. Este forte integra-se no plano defensivo da costa Portuguesa, com a finalidade de proteger a entrada do rio Cávado.
Forte de planta estrelada irregular, do qual subsiste apenas dois vértices com os baluartes e respectivas guaritas de planta haxagonal. No interior, erguem-se edifícios de serviços, de planta quadrangular, com coberturas de quatro águas, de um piso, rasgados por vãos de verga recta. A SO. do forte, ergue-se o farol, de torre cilíndrica em ferro, sobre uma base circular de cimento, com lanterna e varandim de serviço, pintado de vermelho. Adossado ao farol, encontra-se um edifício de planta rectangular, de dois pisos, rasgado por vãos de verga recta, pintado de amarelo, para os faroleiros.
Materiais
Forte: estrutura de cantaria de granito; Farol: estrutura em ferro; Edifícios: estrutura de cantaria de granito, rebocados e pintados a amarelo ocre; embasamentos de granito; pavimentos e portas de madeira; vidros simples nas janelas; coberturas em telha.
Observações
A povoação de Esposende pertenceu à Casa de Bragança, usufruindo de grande importância a partir do séc. 16, foi elevada à categoria de Vila por D. Sebastião.