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&ldquoFotos à Janela 2021&rdquo: vencedores do concurso &ldquoMelhor Traje&rdquo

Nas últimas semanas, cerca de 100 estarrejenses trajaram-se a rigor e deixaram-se fotografar à janela pelos fotógrafos locais Abel Cunha, Camilo Rego e Carlos Marques, no âmbito da iniciativa “Fotos à Janela 2021”, para celebrar e preservar a inestimável herança cultural, mantendo vivas as nossas raízes.

Destes 100 participantes na iniciativa, 24 inscreveram-se no concurso de “Melhor Traje destacando-se três trajes vencedores: Alcina Graça, com um traje de domingar de lavradores abastados (fins do séc. XIX), intitulado "Hoje é dia de Corpo de Deus, vamos lá  ver o cortejo das flores";  Manuel e Maria Helena Tavares, com um traje que retrata um casal de lavradores com trajes de trabalho de inverno (fins séc. XIX), dedicado ao tema “Hoje está frio, não se pode ir para as terras, mas há sempre que fazer”.

Esta atividade, que decorreu por todo o concelho, pretende levar-nos de volta a um mundo que já foi nosso. Com a participação de todos alcançamos um momento de união das gentes da terra que não esquecem o passado, e que têm a capacidade, ainda que da janela, de olhar o futuro!

O Mercado Antigo, que tem como tradição abrir as Festas de Santo António, da Cidade e do Município de Estarreja, proporciona uma viagem no tempo e assegura a valorização e defesa das memórias, do património e tradições locais.

Em 2022 esperamos voltar com esta recriação histórica do Mercado Antigo, na Praça Francisco Barbosa, relembrando o quotidiano até ao início do séc. XX com espaços de venda, encenações, trajes, artesanato, comes e bebes, costumes e ofícios e música tradicional num rebuliço de feira popular que atravessa gerações. 

Conheça os jurados:

António Lousada Transmontano, gosta de fotografar desde muito novo, com cerca de 12anos. O que o leva a sair de casa e caminhar por montes e vales é registar momentos para que fiquem gravados para sempre. Sentir o momento de evasão que encontra quando está a fotografar. Participar no ambiente que o acolhe é uma dádiva da Natureza. A fotografia para ele é tudo. Pura Paixão.

Cristina Gaspar Nasceu em 1973, natural e residente da Freguesia de Cacia, com formação superior em Gestão/ Comércio Internacional e especialização em Gestão de Recursos Humanos, é considerada uma filha do associativismo. Desde os cinco anos encontra-se ligada ao folclore e etnografia, integrou vários movimentos de jovens. Elemento Fundador da Escola de Etnografia da Casa do Povo de Cacia, a qual presidiu durante sete anos, integra atualmente a direção técnica desta associação que promove o ensino do folclore junto de crianças e jovens. Secretária da Direção da Casa do Povo de Cacia, sendo também a responsável técnica pelo Grupo Folclórico da Casa do Povo de Cacia. Desde 2017 é conselheira técnica do CTR da Beira Litoral Vouga da Federação do Folclore Português, tendo recentemente integrado a direção da referida federação. Tem como lema de vida ser um agente de mudança, começando pela promoção do sorriso.

José Maria Barroso Iniciou-se na fotografia no ano de 1960 com 14 anos. Aos 16 anos montou o seu primeiro laboratório fotográfico e em 1964 trabalhou no estúdio do mestre Fernando Aroso, onde aprendeu fotografia de estúdio. Há 32 anos criou um laboratório industrial de fotografia analógica e em 1994 foi pioneiro em Portugal na impressão digital, atividade que permanece atá hoje. Dedicou-se a fotografar etnografia e folclore desde há largos anos.  




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