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Aviso à População - Fogo Bacteriano

Se tal se verificar, deverá contatar a Direção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo, através da Divisão de Fitossanidade e da Certificação, pelo telefone 243 377 500 e pelo endereço eletrónico dfc@draplvt.gov.pt.

Poderá ainda informar o Serviço de Proteção do Ambiente e Natureza (SEPNA) da GNR ou o Município através do email: geral@cm-bombarral.pt ou do telefone 262 609 020.

A bactéria de quarentena Erwinia amylovora (Burr.) Winsl. Et al., é responsável pela doença vulgarmente designada por fogo bacteriano e pode afetar fruteiras e ornamentais da família das rosáceas, nomeadamente pereiras, macieiras e marmeleiros. Esta bactéria sobrevive nos tecidos vegetais levando à morte das plantas e podendo destruir vastas áreas de pomar. Foi identificada pela primeira vez no Bombarral em 2011.

Sintomas

• Aspeto queimado de ramos e folhas;

• Flores secas;

• Frutos enegrecidos e/ou encarquilhados;

• Curvatura dos ramos jovens em forma de cajado;

• Exsudado branco nos órgãos afetados;

• Formação de cancros nos ramos e tronco.

Disseminação

A doença transmite-se a partir das árvores doentes e pode ser transportada pelo homem, chuva, vento, aves, máquinas e equipamentos agrícolas e instrumentos de poda.

Meios de controlo

O Decreto-Lei nº 67/2020, de 15/09, define as medidas de proteção fitossanitária a implementar das quais se destacam:

Na instalação de novos pomares:

• Aquisição de plantas em viveiros controlados oficialmente;

• Verificação da existência de passaporte fitossanitário, obrigatório para as espécies hospedeiras da doença.

Na manutenção dos pomares:

• Deteção precoce dos sintomas e comunicação imediata às entidades oficiais (DRAP, DGAV, GNR);

• Tratamentos à base de cobre antes das épocas de chuva e, preferencialmente, depois da poda e antes do abrolhamento;

• Durante a poda, os utensílios de corte devem ser desinfetados entre cada corte e de pomar para pomar;

• Arranque e destruição pelo fogo no próprio local, e sob controlo da DRAP e GNR, de todos os vegetais afetados ou com sintomas suspeitos bem como de todos os vegetais hospedeiros circundantes.

É proibida a plantação ou replantação com de vegetais hospedeiros nas zonas contaminadas enquanto a bactéria não for oficialmente considerada erradicada

Fiscalização e notificações

• As entidades fiscalizadoras são a DRAP, ICNF, ASAE e forças de segurança.

• Após a confirmação da doença, os proprietários são notificados pela DRAP sobre as medidas de proteção fitossanitária que devem cumprir.

• O não cumprimento das medidas fitossanitárias constitui contraordenação punível com coima de 100 a 3740€ para pessoa singular e 500 a 44890€ para pessoas coletivas.

Descarregue AQUI o folheto informativo




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