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Na sequência do mau tempo deste mês, Câmara Municipal da Praia da Vitória avança com intervenção de proteção da Muralha na Praia Grande

A Câmara Municipal da Praia da Vitória iniciou, esta sexta-feira, uma intervenção “de curto prazo” que tem em vista “a proteção e salvaguarda” da Muralha da baía da Cidade, no areal da praia Grande, na sequência dos estragos provocados pelo mau tempo dos últimos dias.

Após a ilha Terceira ter sido fustigada por fortes ventos e agitação marítima predominantemente de leste – quadrante que deixa particularmente desprotegida a baía da Praia da Vitória – parte do areal da praia Grande foi removido pela ação do mar, fazendo com que a ondulação embata diretamente na Muralha da Cidade, entre o Largo João de Deus e o Largo da Batalha.

Depois de uma vistoria técnica efetuada ao local, por técnicos competentes do Município e do Governo Regional, foi encontrada uma solução “de curto prazo” que visa, para já, a proteção e salvaguarda da Muralha, antes de se poder avançar com a reposição do areal, que obrigará à realização de dragagens em outras zonas da baía.

“Após o parecer técnico conjunto, foi entendido avançar-se com uma solução que passa pela colocação de dois tipos de barreiras físicas entre a Muralha e o mar (barreiras em betão, designadas por barreiras New Jersey e de sacos de areia, chamados big bags)”, revelou Tibério Dinis, Presidente da Autarquia.

Frisando que “esta intervenção é, para já, só para salvaguardar a Muralha neste período de inverno”, o edil referiu ainda que a mesma vai continuar “ao longo dos próximos dias e semanas, sempre que as condições de mar o permitam e quando recebermos mais big bags”, considerando que não existiam disponíveis no mercado local em número suficiente para a extensão da intervenção.

Quanto à resolução definitiva do problema provocado pelo mau tempo deste início de ano, Tibério Dinis afirma que “só na primavera, início do verão” é que estará concluída, informando que a edilidade “já solicitou as autorizações e está a diligenciar os procedimentos para se poderem iniciar as dragagens de areia para que se possa fazer a reposição de areia em grande monta naquela zona”.

De acordo com as expetativas orçamentais da Câmara Municipal da Praia da Vitória, a resolução completa do problema terá um custo “de cerca de 120 mil euros”, sendo que o Presidente da Autarquia praiense espera “que tal investimento seja financiado em partes iguais de 50% pela Câmara Municipal e pelo Governo Regional”.

Tibério Dinis salienta, também, “a forma cordial, rápida e eficaz com que a Secretaria Regional do Mar e Pescas, na pessoa do Chefe de Gabinete do Sr. Secretário Regional, articulou as soluções para que a Câmara Municipal tivesse os pareceres da melhor solução a implementar”, revelando que, apesar da competência de proteção e ordenamento da orla costeira não ser municipal, “a Câmara Municipal, por ter os meios e condições para avançar com a intervenção decidiu fazê-lo já, para salvaguarda da Muralha da baía da Cidade”.

Gabinete de Comunicação.




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