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André Henriques, dos Linda Martini, apresenta Cajarana no Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima 16 de novembro – 20h00 – Teatro Diogo Bernardes – Ponte de Lima

As novas exigências de combate à pandemia da Covid-19 obrigam as salas de espetáculos a uma adaptação constante e diária no cumprimento dos horários e dias de encerramento, de forma a não interferir nunca com as regras de recolher obrigatório, que todos temos que cumprir.

O Teatro Diogo Bernardes, desde a primeira hora que é um exemplo no cumprimento da legislação e das normas e das orientações da Direção-Geral da Saúde e, embora tudo seja decidido a nível superior muito rapidamente, tem sabido responder de imediato, para que a Cultura não deixe de fazer parte das vidas dos cidadãos.

Por isso, o concerto de André Henriques, dos Linda Martini, que apresentará Cajarana, trabalho em nome próprio, será realizado na segunda-feira, 16 de novembro, às 20h00, obedecendo assim ao que já tínhamos anunciado – os sábados no Teatro Diogo Bernardes são às segundas-feiras.

André Henriques é absolutamente um nome imperdível no panorama da música portuguesa da atualidade. Com uma carreira consistente com a sua banda Linda Martini, André Henriques tem-se destacado pelo cuidado na escrita de canções, pela forma como subverte os alicerces da música pop, o seu constante namoro com o fado e a canção portuguesa e pelas suas letras emotivas e contundentes que encontraram eco numa geração que se apaixonou novamente pela música portuguesa. Para além da sua banda de sempre, o autor tem-se dedicado nos últimos anos à escrita de canções para outros intérpretes, como Cristina Branco, e pelas prolíferas colaborações com Rui Carvalho (Filho da Mãe). O fado já o puxou para a escrita, através de Cristina Branco, por exemplo. O ano de 2020 apresenta o disco de estreia a solo. O álbum conta com produção de Ricardo Dias Gomes, músico brasileiro que tem colaborado com Caetano Veloso, Adriana Calcanhoto ou Jesse Harris. Neste primeiro disco a solo André estende a sua identidade, partindo sempre do texto para criar um universo musical muito próprio recheado de histórias que nos prendem até à última sílaba.

Fafe, Vila Real, Gafanha da Nazaré, Ponte de Lima, Alcains e Lisboa são os locais que recebem “Cajarana”, o álbum de estreia de André Henriques. Os concertos arrancaram em outubro e estendem-se até dezembro, e pelo meio o músico está em residência artística, em mais uma surpresa a partir do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima – Minho In, conforme já foi divulgado, entre 7 e 13 de dezembro.

"Cajarana" (Sony Music Portugal) subiu pela primeira vez a palco em Julho de 2020 no Theatro Circo (Braga). Agora é a vez de André Henriques apresentar as suas canções um pouco por todo o país, culminando com o concerto no Capitólio (Lisboa), no dia 10 de dezembro, previamente agendado para abril.

"E de Repente", "Casa na Praia" e "As Melhores Canções de Amor" foram as três primeiras canções de avanço de um disco que foi editado em março de 2020 e que arrancou os mais variados elogios da imprensa nacional, como o exemplo de Gonçalo Frota (Público): "Cajarana é mais um gesto de liberdade e de arrumação do passado. De alguém que podendo esconder-se, desta vez decidiu (e bem) mostrar-se."

Nas palavras do autor:

"É um exercício de humildade, fazer canções simples sem cair na tentação de as limar e as reescrever vezes sem conta. É um disco de impulso que quer expor a fragilidade das canções. Como se elas exigissem o cuidado de quem escuta para não se partirem antes de chegar ao fim."

Sobre o 1º single:

"E de repente" é a primeira canção do álbum a solo de André Henriques. Chega-nos sem aviso, porque foi também de repente que lhe apeteceu fazer um disco e de repente o compôs e gravou. É um filme sem refrão, uma canção sem trailer, uma história de amor improvável.

Depois do recolhimento obrigatório do fim-de-semana, no sábado e domingo, um concerto ao fim do dia de segunda-feira, em total segurança, é o nosso desafio, esperando que o público compareça e demonstre solidariedade com o Sector Cultural, que tem batalhado de todas as formas para que a Arte não morra e, independentemente, das situações, melhores ou piores, tem sabido adaptar-se e resistir a tempos que, para todos, são menos bons.

Não esqueçam que têm sido eles que cantam, dançam, representam, para nós, a maior parte das vezes gratuitamente, nos períodos de confinamento.

Saibamos agradecer-lhes e retribuir-lhes, apreciando os espetáculos e concertos ao vivo.

Bilhetes à venda (6,00€) no Teatro Diogo Bernardes e em teatrodiogobernardes.bol.pt e mais informações pelo telefone 258 900 414 ou pelo email teatrodb@cm-pontedelima.pt.




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