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Dia da Floresta Autóctone associado à comemoração dos 50 anos da Escola Gonçalo Sampaio

Tendo-se assinalado no passado dia 23 o Dia da Floresta Autóctone, a Vice-Presidente e Vereadora da Educação, Fátima Moreira, aceitou o convite da Escola Professor Gonçalo Sampaio para participar na ação de sensibilização relativa à importância desta efeméride.

Fátima Moreira deslocou-se à Escola Professor Gonçalo Sampaio para testemunhar esta ação do Clube da Floresta e do Programa Eco-escolas da referida Escola, que teve o apoio dos Serviços de Jardinagem da autarquia. Foram plantadas no recinto da escola 5 árvores de espécies autóctones, designadamente um azereiro, dois medronheiros, dois azevinhos.

A Diretora do Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio, Luísa Rodrigues, apelou aos alunos e às alunas que participaram para a necessidade de cada um deles dever dar o seu contributo para a preservação das espécies autóctones da nossa região, começando pelo cuidado, no dia-a-dia, com as árvores que plantaram ali, no recinto da escola.

A atividade, na qual os alunos de cada uma das 5 turmas representativas de cada ano letivo plantaram uma espécie diferente, simbolizou as 5 décadas de existência da mais longeva escola do concelho da Póvoa de Lanhoso, do 2.º e 3.º ciclos. “Esta iniciativa”, nas palavras da Diretora do Agrupamento, “foi mais um momento de orgulho para esta escola que assinala os 50 anos de um percurso transversal a todas as gerações povoenses e que faz parte do programa evocativo do seu cinquentenário.”

O Dia da Floresta Autóctone, que surgiu de modo a complementar o Dia Mundial da Floresta, assinala-se em novembro, por ser a altura do ano em que as condições climatéricas são mais favoráveis para ações de sementeira e plantações destinadas a preservar espécies autóctones.

Fátima Moreira destacou, após momentos de dinamismo e intervenção de alunos e professores na plantação, “a importância de sermos, todos, sensíveis à preservação das nossas espécies nativas e de contribuirmos para destacar a grande importância que as mesmas têm, pois fazem parte do nosso património natural e têm grande valor económico e ambiental; ajudam, por exemplo, a evitar incêndios, melhoram a produção de oxigénio, contribuem para a fixação de gases com efeito de estufa, para a proteção do solo e manutenção do regime hídrico. É urgente garantir a sua preservação e garantir a reflorestação das nossas áreas ardidas com espécies nativas, pois apenas 4% da floresta nacional é ocupada por espécies autóctones. Esta será, também, sem dúvida, uma forma de deixarmos um legado ambiental de qualidade e de expressarmos as nossas preocupações ambientais com ações visíveis.”




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