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Freguesia de União das Freguesias de Beduído e Veiros

Freguesia de União das Freguesias de Beduído e Veiros - Municipio de Estarreja

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Beduído - União de freguesias de Beduído e Veiros - situa-se no Concelho de Estarreja, e tem por padroeiro da mesma, S. Tiago, assinalando-se esta data festiva, todos os anos, no dia 25 de Julho.A Freguesia situa-se na margem direita do Rio Antuã e aparece pela primeira vez com a designação de “Vila Antoan” (actual Cidade de Estarreja e parte da freguesia), em textos medievais, e em concreto nas actas do Concílio de Lugo. Refira-se, no entanto, que o topónimo Beduído tem a sua origem provável no termo árabe “Badaui” (Bedoino), que significa “Homem do Campo”, o que indicia que este local tenha sido habitado por camponeses. No século XIII, D.Sancho dá foral a sete povoadores de Beduído e Antuã passa de senhorio civil para o domínio do Mosteiro de Arouca, conforme Carta passada por D. Afonso III, a 25 de Outubro de 1257.

Em 15 de Novembro de 1519, Antuã recebeu Foral de D. Manuel I, ganhando cada vez mais importância sendo cabeça de contacto no Reinado de D.Afonso VI, incluíndo dois juízes ordinários até 1700 em Estarreja (o termo Antuã desapareceu neste período temporal). Em 12 de Novembro de 1667, Afonso VI nomeia o primeiro conde de São Tiago de Beduído, Lourenço de Sousa. No século XVIII, a freguesia de São Tiago de Beduído pertencia à comarca de Esgueira e eram donatárias as freiras de Arouca. Segundo Pinho Leal, esta freguesia possuia em 1757, 564 fogos. Em 1835, Estarreja torna-se sede do Concelho com o mesmo nome, na sequência das reformas levadas a cabo por Mouzinho da Silveira.Em 1896 é inaugurado o actual edifício dos Paços do Concelho, graças à acção de Francisco Barbosa. No século XX, a Vila de Estarreja, conhecido pela Vila serve para designar a área mais central da freguesia, mas rapidamente se funde com toda a freguesia de Beduído.

Após um rápido desenvolvimento industrial, ligado ao sector químico, a partir de 1950, a Vila e Freguesia conheceram uma maior expansão populacional, não obstante as fortes correntes emigratórias das décadas de 1960 e 1970. Em 9 de Dezembro de 2004, foi aprovado, por unanimidade, a elevação de Estarreja a Cidade, oficializada em Diário da República, em 26 de Janeiro de 2005 (Lei nº3/2005).

Veiros, - União de Freguesias de Beduído e Veiros - tem origens na época romana, cerca do século X.
Desde tempos ancestrais que Veiros está ligado à Ria, advindo desta estreita ligação as diversas teorias acerca da sua origem. Uma das origens do topónimo de Veiros parece ser de origem Romana: - Valeriusà – Valeirosà – Vaeeiros - e por fim Veiros.

 

 

Esta proveniência está relacionada com a proximidade que este antigo povoado tem com a ria e com os esteiros, onde se conta que chegavam peles preciosas que vinham para Portugal da Hungria e da Eslováquia.

 

 


Ao longo dos séculos Veiros foi sendo conhecida pelas suas esteiras de bunho, pelo seu linho, pelas suas festas e romarias, pela apanha do moliço, pela sua praça de peixe ( que se realizava em frente à Igreja Matriz), mas principalmente pela sua Cebola.

 

A Freguesia não é muito rica a nível de património histórico, são de realçar as suas capelas e a sua Igreja Paroquial, mas é riquíssima em património ambiental, bem visível nos seus Esteiros e em Lagoas.

Mas Veiros não é só passado. É também futuro. O futuro que passa pela melhoria da nossa rede viária, a conservação do nosso património, o dinamismo das nossas colectividades, a construção de uma nova Junta de Freguesia e o embelezamento do centro, a construção de uma nova Unidade Saúde, e principalmente a colaboração de todos os Veirenses no desenvolvimento e progresso da nossa Terra

 

 

 


Conteúdo Brevemente Disponível

Estabelecimentos de Ensino Nesta Freguesia

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