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Freguesia de Falagueira - Venda Nova - Municipio de Amadora

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Falagueira foi uma freguesia portuguesa do concelho da Amadora, com 1,48km de área e 14 531 habitantes (2011). Densidade: 9 818,2 hab/km.

 

Até 12 de julho de 1997, a freguesia era designada por Falagueira-Venda Nova; nessa altura, a Venda Nova tornou-se uma freguesia independente, tomando a Falagueira o seu actual nome.

 

Foi extinta em 2013, no u00e2mbito de uma reforma administrativa nacional, tendo sido agregada à freguesia de Venda Nova, para recriar a freguesia denominada Falagueira-Venda Nova.

 

Tem como Santa Padroeira Nossa Senhora da Lapa.

 

Caracterização

Foi desmembrada da anterior freguesia da Amadora, aquando da sua elevação a município (em 17 de Setembro de 1979, por secessão do concelho de Oeiras), e que resultou da reorganização administrativa que levou à repartição da anterior freguesia da Amadora em sete (Alfragide, Brandoa, Buraca, Damaia, Falagueira-Venda Nova, Mina e Reboleira).


A freguesia foi reordenada em 12 de Julho de 1997, pela Lei 37/1997, sendo extinta e surgindo em seu lugar duas novas:
a Falagueira e a Venda Nova. Foi recriada em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, integrando o território das antigas freguesias de Falagueira e Venda Nova e voltando a designar-se Freguesia da Falagueira - Venda Nova.

 

Uma breve história de dois grandes espaços

A Falagueira é um dos núcleos populacionais mais antigos da Amadora, como é atestado por algumas ilhas de arquitetura tradicional da região saloia, como é o caso da que resta da antiga aldeia da Falagueira.

A história da Falagueira ficou ligada à rede de comunicações anterior à construção do caminho de ferro, com o aparecimento, na Porcalhota, de serviços de apoio à circulação, no local do entroncamento das atuais Rua Elias Garcia (antiga estrada de Sintra ou Estrada Real) e Estrada da Falagueira. Surgem, assim, por exemplo, o Chafariz da Porcalhota e o antigo Pedro dos Coelhos, casa de pasto referida por Eça de Queirós no livro Os Maias. 

O território da Venda Nova pertenceu à freguesia de Benfica até esta ser amputada, em 1886, da parte exterior à nova Estrada da Circunvalação de Lisboa. A estrada passou a construir o limite fiscal da capital, consubstanciado com a construção das Portas de Benfica, posto onde a guarda fiscal cobrava taxas pela entrada em Lisboa de mercadorias provenientes dos concelhos limítrofes.


Conteúdo Brevemente Disponível

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