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Freguesia de Sarilhos Grandes - Municipio de Montijo

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História

      A 18 de Abril do ano de 1848, o Marquês de Fronteira e d´Alorna, D. José Trazimundo Mascarenhas Barreto, então Governador Civil de Lisboa, assinou o alvará que desanexou o lugar de São Jorge de Sarilhos Grandes, da freguesia do Espírito Santo, esta na sede concelhia de Aldeia Galega do Ribatejo, nome porque então, era conhecida a hoje cidade de Montijo. Ganhava, assim, autonomia este antigo lugar, continuação de minúscula póvoa ribeirinha do Tejo já referenciado em 1304, pelo historiador Rui Azevedo, quando ainda se arrumava no termo de Alhos Vedros e valia pelas suas marinhas de sal e moinhos de maré.

     A documentação antiga comprova, de facto, que «o sal de Sarilhos…he da Comendadeyra de Santos» (1532) e o moinho da Lançada aparece mencionado já em carta régia de D.João I (1405): Como o local se situava em terras pertencentes aos cavaleiros da Ordem de Santiago, com sede em Palmela, o rendimento proporcionado pelo sal das marinhas sarilhenses, revertia em favor da casa conventual onde suas mães e irmãs residiam, primeiro no lugar de Santos, em Lisboa, fronteiro ao Tejo, depois, no reinado de D. João II, em novas instalações, entre Santa Apolónia e a Madre Deus, também em Lisboa, por esta razão chamados comendadeiras de Santiago ou comendadeiras de Santos.

       Segundo a tradição, o nome desta localidade, provem do facto de estarem equidistantes de uma azenha ou moinho de maré. Tal moinho seria constituído por quatro mós de pedra, que ao funcionarem consoante as marés do Tejo, davam a impressão de um sarilho em movimento, porque rodavam, acasaladas, em sentido inverso.

      O que parece dar certa veracidade a esta tradição é o facto de, até 1975, terem existido as ruínas de um moinho com estas características, entre as povoações de Sarilhos Grandes e Sarilhos Pequenos. Em 1910, com o triunfo da República, a pedido da junta de Paróquia, o nome de diversas artérias foi mudado, pelo que a Avenida de São Jorge se passou a designar por Rua Almirante Cândido dos Reis, a Praça do Mercado por Avenida 5 de Outubro e as ruas da Piedade, Direita e Arieiro foram crismadas com os nomes de Dr. Miguel Bombarda, António José de Almeida e Machado Santos.  

    Mercê da abundância das linhas de água, as culturas de regadio assumem um papel importante na economia da população e abastecem de produtos hortícolas os principais aglomerados urbanos próximos. A freguesia é composta pelos lugares da Sarilhos Grandes, Lançada (Hortinha e Malpique), Broega, Pinhal do Gancho, Quatro Marcos e Arce. Actualmente estas localidades pertencentes a Freguesia de Sarilhos Grandes ocupam uma área de cerca de 12.8 km2

 

 

Praça

1. Praça da Liberdade


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Mina de Ciência - Centro Ciência Viva do Lousal

O Centro Ciência Viva do Lousal está instalado num edifício que servia de apoio à antiga Mina do Lousal. Aqui, funcionavam o Gabinete de Geologia, o Armazém do Óleo, a Casa do Ponto, a Casa das Lanternas, a Casa dos Equipamentos de Trabalho e o Balneário para os mineiros.

O edifício – que continua bem presente na memória dos habitantes do Lousal – foi transformado num moderno Centro de Ciência, que apresenta exposições interativas e dinamiza atividades de ciência e tecnologia.

O Centro funciona ainda como polo interpretativo do complexo de arqueologia industrial da antiga mina.

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Morada:
Av. Frédéric Velge
7570 - 006 Lousal
GPS: 38.0352401733, -8.4251079559
(+351) 269 750 520/2

Horários:
10h00 - 18h00 (terça a domingo)

Saber mais sobre Mina de Ciência - Centro Ciência Viva do Lousal

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