Portal Nacional dos Municipios e Freguesias

Freguesia de Arco de São Jorge - Municipio de Santana

Menu da Freguesia

A freguesia do Arco de São Jorge foi instituída por alvará régio de Dom Pedro II (regente do reino), em 28 de Dezembro de 1676.

A sua denominação deve-se à configuração orográfica dos montes que a circundam.

A primeira ermida, dedicada a Nossa Senhora da Piedade, ficava no atual sítio dos Casais. Em 1740 foi mandada construir uma nova igreja devido ao estado de ruína desta ermida. A nova igreja foi benzida em 19 de Março de 1744, passando a ter como patrono S. José.

O Arco começou a ser povoado provavelmente nos fins do século XV. Esta localidade era uma paróquia da freguesia de São Jorge, desde 1517, da qual foi separada e instituída, como freguesia, por alvará régio de Dom Pedro II (regente do reino), em 28 de dezembro de 1676.

O nome atual, Arco de São Jorge, apenas por razões de herança histórica inclui o apêndice “de São Jorge”.

A sua primitiva ermida, dedicada a Nossa Senhora da Piedade, ficava no atual sítio dos Casais e foi criada pelo Bispo Dom frei António Teles.

Por força de um alvará régio de 18 de janeiro de 1740, procedeu-se à construção de uma igreja paroquial em virtude da ermida de Nossa Senhora da Piedade se encontrar em lamentável estado de ruína. Esta nova igreja foi benzida em 19 de março de 1744, pelo Padre Manuel da Costa, passando a ter como patrono São José.

Em 31 de Março de 1748, um terramoto provocou grandes estragos na igreja paroquial, lendo-se nas Saudades da Terra que “…na parede do arco de cruzeiro se divisa uma grande fenda. Ficou o telhado descomposto e desfeita muita parte do espigão…”.

No século XVI, a população desta freguesia era proveniente de Portugal continental, concretamente do Minho e do Algarve.

O Cemitério desta freguesia foi construído depois de 1862.

Em 1849, esta freguesia recebeu a visita do Governador Conselheiro José Silvestre Ribeiro, quando se manifestou a “moléstia da diarreia”, que vitimou muitas pessoas. A moléstia acabou por ser extinta pelo tratamento adequado, mandado fazer por dois médicos que acompanharam o dito Governador.

Esta freguesia regista baixos índices de analfabetismo desde o século XVIII. Para isso contribuiu a ação dos párocos Idílio Joaquim Vares, Emílio Marques da Silva, Francisco Marques da Silva, Francisco Manuel de Sousa, Francisco António de Abreu e Casimiro Augusto de Freitas, que ensinaram as crianças a ler. Em 16 de janeiro de 1886, a Câmara Municipal de Santana criou uma escola oficial do sexo masculino, que anos depois foi convertida em escola mista.

Foi capitão-mor do Arco de São Jorge, João Rodrigues Moderno, que morreu assassinado, avô do grande médico António Januário Moderno, falecido por volta de 1895.

 

Nesta freguesia é possível encontrar muitos resquícios da história local: as Veredas, que no passado foram as responsáveis pelas relações que se estabeleceram entre as diferentes freguesias; os Moinhos e o Engenho da Cana-de-açúcar, autênticas indústrias de outros tempos; as Casas e Muros de pedra que constituem marcas harmoniosas da nossa paisagem.


Conteúdo Brevemente Disponível

Estabelecimentos de Ensino Nesta Freguesia

Forças de Segurança Nesta freguesia

Sem ofertas disponíveis actualmente nesta freguesia.