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XIX FEIRA DO LIVRO: Catarina Furtado apresenta "O que eu vejo e não esqueço"

XIX FEIRA DO LIVRO: Catarina Furtado apresenta
A 19ª edição da Feira do Livro termina a 13 de dezembro (domingo). Além de poder encontrar livros a preço de amigo que serão, certamente, um bom presente de natal, no último dia do certame, às 15h, vai estar na Biblioteca Municipal de Alcácer do Sal a apresentadora da RTP, Catarina Furtado que dará a conhecer “O que vejo e não esqueço”, um livro autobiográfico no qual conta experiências comoventes em defesa dos mais necessitados nas suas viagens como Embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População. » CATARINA FURTADO Catarina Furtado é formada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Estudou jornalismo no Cenjor e Teatro e Cinema em Londres. Trabalhou no Correio da Manhã Rádio, Rádio Comercial e Antena 1 e, em 1991, iniciou-se na televisão com o programa «Top Mais», na RTP. Em 1992 foi convidada a integrar os quadros da SIC, onde apresentou programas como «Chuva de Estrelas», «Caça ao Tesouro», «Pequenos e Terríveis», «Catarina. Com» e «Geração Fantástica». Já na RTP, onde permanece desde 2002, foi apresentadora de «Operação Triunfo», «Pequenos em Grande», «Dança Comigo», «Quem Tramou o Peter Pan», «Voz de Portugal», «Com Amor se Paga» e «Chef´s Academy», entre muitos outros programas. É co-autora do programa «Minha Geração», das séries documentais «Príncipes do Nada» e dos documentários «Dar Vida sem Morrer». É também autora de diversas letras de canções. Como atriz de teatro participou em peças como «Quase», «Loucos por Amor», «Peer Gynt» e «Transacções» e, no cinema, em filmes como «Pesadelo Cor de Rosa», «Fátima» e «Maria e as Outras». Entrou em várias séries e telefilmes, entre os quais «A Noiva», «Lampião da Estrela», «Ferreirinha» e «Cidade Despida» (que lhe valeu nomeações na categoria de melhor atriz dramática no Festival de Monte Carlo e no Festival de Seul). Em 1999 foi nomeada Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA). Em 2005 foi condecorada Comendadora pela Ordem de Mérito pelo então Presidente Jorge Sampaio. Em 2010 foi considerada Campeã dos Objetivos do Milénio (ODM) pela ONU. Em 2012 fundou a Corações com Coroa, uma associação sem fins lucrativos e organização não governamental para o desenvolvimento (ONGD) destinada a combater a desigualdade de oportunidades (www.coracoescomcoroa.org). » “O QUE EU VEJO E NÃO ESQUEÇO” “Já me perguntaram muitas vezes, ao longo destes quase 25 anos de carreira como comunicadora, de onde vem esta minha preocupação com os outros, esta inquietação. Costumo responder que terá nascido comigo e que cresceu por força das pessoas e dos momentos que mais me marcaram, alguns dos quais decidi agora partilhar convosco. Seja como for, a verdade é que estou absolutamente convencida de que a minha passagem por esta vida tem um propósito muito claro: apoiar quem mais precisa. Tornei-me voluntária, desenvolvendo ações de solidariedade em Portugal e pelo mundo inteiro, quando aceitei a missão de ser Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), porque acredito, com muita força, no poder de cada um de nós para modificar o que está mal. Tem sido a partir dessa certeza que me movo e sustento todas as minhas iniciativas assumindo um compromisso muito sério com as causas que defendo. Um compromisso de cidadania. Este livro não é exceção. Através destas páginas, sensibilizando, inspirando e informando, regresso ao passado e partilho o meu percurso enquanto cidadã, voluntária e documentarista, convicta de que, desta maneira, irei tocar mais pessoas que podem efetivamente contribuir para fazer deste mundo um lugar melhor, mais sustentável e onde cada pessoa conte. São vários os casos de injustiça, de violação dos direitos humanos, mas também de esperança que testemunhei ao longo dos anos e que aqui revelo. Muitos dizem respeito a mulheres, raparigas, crianças, porque são elas as maiores vítimas das desigualdades sociais, da discriminação com base no género, da violência e da falta de escolhas. Relatei-os sem quaisquer pretensões literárias, mas com uma enorme vontade de chegar ao lugar exato onde a transformação acontece: o nosso coração.”

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