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Vagos Open Air @ Vagos

Vagos Open Air @ Vagos

O VAGOS OPEN AIR regressa uma vez mais – e pelo segundo ano consecutivo – à esplendorosa Quinta do Ega, na localidade de Vagos, nos dias 8 e 9 de Agosto de 2014. Ainda frescas na memória estão as bombásticas atuações dos Testament, Gamma Ray e Iced Earth, entre outros, que fizeram do cartaz do ano passado um autêntico festim para os apreciadores do som de peso, que se deslocaram em massa à pequena localidade situada no distrito de Aveiro.

O cartaz da edição de 2014 promete repetir uma vez mais a façanha, dando continuidade à curva ascendente de crescimento por parte de um evento que já é ponto de paragem obrigatória para quem gosta de música pesada. As duas primeiras confirmações para a VI Edição do VAGOS OPEN AIR são os teutónicos KREATOR e os holandeses EPICA, dois nomes de luxo e razões mais que suficientes para, numa altura em que o Inverno se aproxima a passos largos, ansiarmos ainda mais pelo calor que se faz sentir habitualmente no segundo fim-de-semana de Agosto.

Ao lado dos Sodom e Destruction, os KREATOR são uma das faces mais reconhecidas do movimento thrash europeu. Porta-estandartes da tendência em território germânico, Mille Pettroza e companhia surgiram no início dos anos 80 e, ao longo da década seguinte, estabeleceram-se como um dos nomes mais influentes e aplaudidos saídos do fenómeno graças a uma sequência de clássicos intemporais – e seminais! – composta por «Endless Pain» (de 1985), «Pleasure To Kill» (de 1986), «Terrible Certainty» (de 1987), «Extreme Agression» (de 1989) e «Coma of Souls» (de 1990).

Combinando o extremismo naturalmente inerente ao estilo que os caracteriza desde o início com uma implacabilidade mordaz – espelhada em letras fortemente politizadas que têm uma clara tendência para apontar o dedo e não se furtarem a expor assuntos controversos – a banda de Essen não só sobreviveu incólume aos anos 90 como acabou por influenciar todas as gerações vindouras interessadas em replicar o seu génio violento.

Pelo caminho mantiveram-se sempre persistentes e uma força imparável ao longo de uma carreira que, por esta altura, já atingiu a marca das três décadas, assinando verdadeiras declarações de vitalidade com os registos mais recentes, de que são ótimos exemplos «Violent Revolution» (de 2001), «Enemy of God» (de 2005), «Hordes of Chaos» (de 2009) e «Phantom Antichrist» (de 2012).

Este último, já o décimo terceiro registo de originais num fundo de catálogo irrepreensível, prova que continuam a ser extraordinariamente inovadores e a estar um largo passo à frente da competição, sempre prontos a apresentar novas ideias e a tratar de si mesmos e dos seus fãs com a maior honestidade possível.

Para os apreciadores de metal, a expansão de sub-géneros tende muitas vezes a ser vista como uma mera casualidade, mas para quem gosta de ouvir música épica e pesada, as últimas décadas foram ricas no surgimento de nichos que fazem a ponte entre os mundos mais obscuros do thrash/death metal e os ambientes do heavy/power metal sinfónico. Porta-estandartes do female fronted metal, os EPICA são uma dessas bandas e, numa tendência dominada por exuberantes vocalizações femininas e sons orquestrais, os holandeses têm sabido exatamente como progredir e evoluir desde que, em 2003, se estrearam com «The Phantom Agony».

Nessa altura, já os Nightwish davam cartas dentro do género e, quando Mark Jansen resolveu abandonar os After Forever para formar o seu próprio projeto, muita gente ficou a ponderar se haveria espaço na cena para mais um grupo assim. O músico holandês – sempre coadjuvado pela belíssima Simone Simons – provou que sim, que havia efetivamente, à custa de muito talento, trabalho e da criação de conceitos líricos e musicais que vão muito além do óbvio. Aquilo que destaca «Consign To Oblivion» e «The Score - An Epic Journey» (ambos de 2005), «The Divine Conspiracy» (2007), «Design Your Universe» (2009) e «Requiem for The Indifferent» (2012) de tantos outros álbuns que navegam nas mesmas águas não é apenas a dicotomia vocal entre a singela Simone e o gutural Mark – que continua a marcar a identidade musical do grupo –, mas sobretudo a emotividade e personalidade que caracterizam um coletivo sempre à procura de novas oportunidades. Só durante a primeira década de existência, que comemoraram este ano com «Retrospect», os EPICA treparam a tops de vendas em todo o mundo e tocaram em mais de 50 países diferentes, atraindo multidões de fãs na Europa, na Ásia e na Austrália.

Os bilhetes custam 32,00 euros (diário) e 52,00 euros (passe dois dias) à venda nos locais habituais.

Pack especial passe + t-shirt oficial do festival à venda a partir do dia 2 de Dezembro.

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