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António Manuel Marinho Gomes recebeu medalha de honra do Município de Celorico de Basto

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Bombeiros Voluntários Celoricenses atribuiu colar de valor e mérito como distinção honorífica

Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa envia mensagem de louvor ao homenageado

Foi numa cerimónia emotiva promovida pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses que o Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto atribuiu a medalha de honra do Município ao atual Presidente da Assembleia Municipal e Comandante do Quadro de Honra dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, António Manuel Marinho Gomes.

Condecoração proposta a reunião de Câmara de 16 de maio de 2019 e aprovada por unanimidade.

O percurso de vida ímpar de António Manuel Marinho Gomes, enquanto cidadão, autarca e bombeiro, onde ficaram bem vincadas as características de competência e dedicação de bem servir a comunidade e os seus cidadãos, foram o mote para a atribuição desta condecoração.

“O comandante como será sempre tratado, é um grande homem, um grande bombeiro, um grande amigo e um grande celoricense. Testemunho o seu percurso enquanto autarca, um percurso que presenciei, um percurso incomparável e devo aferir que nunca, durante todos estes anos, desde 1994, tivemos qualquer chatice. É um homem que pauta pela frontalidade, pela determinação e ao mesmo tempo sabe ser sensato, razoável, e que vive este concelho”, disse joaquim Mota e Silva, Presidente do Município. O autarca disse que não há ninguém a amar mais este concelho como o Comandante, “podem amar de igual forma, mas não podem amar mais esta terra, estas gentes, como ama o nosso Toninho Marinho. E esta afeição, esta dedicação, esta forma abnegada de dar tudo por cada um foi uma das razões pelo qual o Executivo da Câmara Municipal deliberou atribuir esta medalha de honra. É uma homenagem mais que justa a um homem que teve uma carreira ímpar de dedicação a Celorico de Basto, um bombeiro extraordinário, que encontrou tempo para se dedicar à causa pública, como autarca. E apesar de tudo o que possamos fazer nunca iremos conseguir homenagear este homem como ele de facto, merece. Um homem humanista, solidário, amigo, próximo, de um valor incalculável nas suas várias dimensões e nós, o bom povo desta terra, ficaremos eternamente gratos e reconhecidos por tudo o que fez por esta terra”.

Joaquim Mota e Silva fez questão de lembrar a importância da família do homenageado, a esposa e os três filhos, que sempre acompanharam e apoiaram a sua caminhada e que continuam a ser o alicerce nas conquistas diárias.

Várias individualidades marcaram presença nesta cerimónia, que sucedeu à tomada de posse do novo comandante dos BVC, Fernando António Marinho Gomes, o novo 2º comandante, Tiago Manuel Marinho Carvalho e o Adjunto de Comando, Raul Fernando Nogueira Fraga. Entre as individualidades destaque para a presença do Presidente da Assembleia geral da AHBVC, José Marcelino Mota, o representante da liga dos bombeiros de Portugueses, Provedor Fernando Vilaça, a 2ª comandante distrital, Marinha Esteves e o Presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Braga, Jorge Machado. Destaque ainda para a presença de outras corporações de bombeiros que quiseram vir prestar a sua homenagem.

O Presidente da direção da AHBVC, Fernando Freitas, referiu que esta é “uma homenagem entre os seus homens, colegas, dirigentes, bombeiros, familiares e amigos. Foi há 42 anos que um jovem celoricense, cheio de sonhos, ávido para ajudar o próximo, entrou no quarte dos bombeiro como aspirante, em 1983 passou a bombeiro de 3ª classe e em 1994 foi nomeado 2º comandante. Um percurso exemplar que o levou a comandante, em maio de 1999, cargo que ocupou até 4 de dezembro de 2018 e que culminou por limite de idade, tendo, por isso, passado ao quadro de honra. Foi agraciado por diversas vezes com louvores e condecorações, por ser um exemplo do que deve ser um cidadão voluntário e ao serviço da causa pública. Um homem simples, determinado, que deu a vida ao corpo os bombeiros, que se destacou e destaca pelas suas qualidades pessoais, de altruísmo, de competência”. Fernando Freitas, visivelmente comovido disse que “o nosso comandante sempre procurou que esta corporação fosse a melhor prestando um serviço notável à população e terminada a sua missão no corpo ativo regressou à sua vida com naturalidade de quem não reclama glórias ou louvores. Um homem dotado de espirito de sacrifício, grande na humildade e no carácter e estou certo que, continuaremos a sentir a sua força e recordaremos com respeito e gratidão a sua abnegação o seu espirito voluntário na salvaguarda de pessoas e bens”.

Terminado o discurso sentido e lida a proposta de concessão de distinção honorífica, o Presidente da Direção e convidados colocaram o colar de valor e mérito desta associação, no homenageado.

Um dia marcante para todos os envolvidos mas mais marcante para o homenageado, António Manuel Marinho Gomes. “Agradeço a presença de todos e agradeço especialmente por tudo aquilo que foi dito sobre da minha pessoa, mas nada seria possível sem o apoio, colaboração e lealdade dos meus Homens. Sem estes bombeiros que me apoiaram ao longo destes 42 anos nada seria possível. Foi tudo muito bom e não posso deixar de lembrar o meu trabalho como codis, um cargo que me deu muita experiência que fui fundamental para desempenhar as minhas funções da melhor forma. Agora, por limite de idade tive que passar a pasta e desejo a todos os que foram hoje empossados que consigam desempenhar as funções que lhe foram confiadas da melhor forma, um cargo difícil mas estou certo que irá a bom porto”. António Manuel Marinho Gomes, não pode deixar de realçar as dificuldades que os corpos de bombeiros vivem, sobretudo para ocupar cargos de responsabilidade, “as solicitações são tantas que, é cada vez mais difícil a disponibilidade para o voluntariado”. Realçou a importância de uma boa colaboração entre o comando e a direção, “só posso agradecer toda a colaboração que tive durante 30 anos com a direção, com alguns arrufos, claro está, mas sempre com lealdade e muito trabalho. Foram mais de 30 anos de trabalho em prol dos bombeiros, da sociedade Celoricense para que o nome de Celorico fosse honrado e merecesse o respeito das gentes e dos bombeiros de Portugal, e estou certo que assim continuará. Quero, por fim, agradecer à minha família, principalmente à esposa e filhos, pelo tempo que lhes roubei, mas foi por uma boa causa, foi para servir os bombeiros, a comunidade celoricenses na sua salvaguarda, dos seus bens e património, e peço-vos, continuem a lutar pelo associativismo, pelo voluntariado pelos bombeiros de Celorico e do país”.

 




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