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Bienal de Poesia no 3.º aniversário da BMAS

 

Durante três dias, a Biblioteca Municipal Ary dos Santos reuniu diversas performances e atividades dedicadas à poesia, promovendo a Bienal Poesia à Solta, iniciativa que integrou as comemorações do seu 3.º aniversário.

A primeira edição da Bienal arrancou no dia 7 de junho com um Sunset Poético, momento ao qual se seguiu, no jardim da BMAS, a atuação do guitarrista e compositor Manuel de Oliveira que, no âmbito da tournée [entre], tem-se dedicado essencialmente a compor para guitarra solo e a parcerias com outros músicos e criadores. Para a Bienal Poesia à Solta, o guitarrista desenvolveu especificamente uma performance, onde se fez acompanhar pelo icónico músico Rão Kyao e pela voz intemporal da cantora Filipa Pais.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Loures marcou presença no espetáculo de abertura da Bienal, começando por agradecer “o enorme profissionalismo dos músicos, que deram um grande espetáculo esta noite”. Paulo Piteira salientou a passagem dos três anos de existência da Biblioteca Municipal Ary dos Santos, “que é uma aposta ganha, porque é uma biblioteca que, em três anos, conseguiu ter 223 mil utilizações, tem mais de 1600 leitores inscritos, o que significa que ela veio preencher um espaço que é muito necessário às pessoas e é esse o percurso que queremos continuar a fazer, com espetáculos como este, com a oferta que temos para a população e, sobretudo, com a nova iniciativa que hoje nasce aqui, que é a Bienal Poesia à Solta”. “É nosso entendimento que a poesia assuma um papel importante na nossa vida e, numa casa dedicada a Ary dos Santos, não faria sentido não termos um evento periódico, bianual, de grande qualidade, dedicado à poesia. E é isso que estamos aqui a iniciar este ano, porque entendemos que a palavra poética tem de ter um lugar de destaque numa instituição como uma biblioteca pública”, sublinhou o autarca.

No dia 8, a Bienal contou com duas atividades para o público infantil. Na primeira, Sofia Fraga, autora do livro Julião, o melro-poeta, relatou a aventura de três amigos improváveis, que viajam rumo a um concurso de poesia. Já as Tardes Mágicas estrearam a nova animação – Estrela da Tarde –, levada a cabo pela equipa de animação das bibliotecas municipais de Loures. No mesmo dia, a sala Herberto Goulart recebeu Sena de Phoesia, uma conversa de poetas onde se pretendeu homenagear os centenários de Sophia de Mello Breyner Andresen e de Jorge de Sena, e ainda a apresentação do livro Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica, organizado por Natália Correia em 1965, e que contou com as presenças de Vladimiro Nunes e Silvina Pereira. À noite, o jardim da biblioteca promoveu um encontro da palavra poética com a música, com o espetáculo do ator André Gago – Poemas e Canções –, acompanhado por Carlos Barreto (contrabaixo), José Salgueiro (percussões) e Victor Zamora (teclas). André Gago apresentou a poesia de grandes autores da literatura portuguesa e americana, entre eles escreveu temas e canções, a par de diversos originais, alguns dos quais apresentados, pela primeira vez, neste espetáculo.

Já no dia 9, a manhã começou com as Canções do Professor Jorge ao vivo, sendo a tarde dedicada à apresentação do livro de poesia Aves Migratórias, da autora Gabriela Ruivo Trindade. O Karaoke de Poesia, com poetas locais, encerrou a primeira edição da Bienal Poesia à Solta.

Presentes na Bienal estiveram também os vereadores Gonçalo Caroço e Ivone Gonçalves.

 




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