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Camara exige ao governo que resolva a falta de barcos da Transtejo

Camara exige ao governo que resolva a falta de barcos da Transtejo

A Câmara Municipal do Seixal exige ao governo que cumpra as reiteradas promessas e resolva com urgência os problemas nas ligações fluviais entre o Seixal e Lisboa que se têm arrastado ao longo dos últimos anos. 

Hoje os utentes do transporte fluvial viveram mais um dia de caos, devido à supressão de diversas carreiras em ambos os sentidos, o que provocou a legítima indignação por parte dos passageiros e a intervenção por parte da Polícia Marítima, uma situação que se extremou e que poderia e deveria ter sido evitada.

"as pessoas que utilizam os barcos da Transtejo não podem continuar a ser prejudicadas desta forma"

A autarquia considera que não é aceitável que continuem a ser diariamente suprimidas carreiras, prejudicando as populações. O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, referiu que “esta é uma situação insustentável e que apesar das sucessivas promessas por parte do governo, pouco ou nada mudou no transporte fluvial. As pessoas que utilizam os barcos da Transtejo não podem continuar a ser prejudicadas desta forma”.

O autarca, que está solidário com os utentes da Transtejo, lembrou também que “apesar das várias reuniões e reivindicações das comissões de utentes e da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em junho de 2017 o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa, promessa que o governo reiterou em 2018”. Joaquim Santos questiona “onde está essa verba? De que forma está a ser utilizada? Porquê tantas avarias?”.

Nesse sentido, o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, voltou a solicitar uma reunião de urgência com o ministro do Ambiente, porque esta é uma situação que não pode persistir e que prejudica o dia a dia de quem de desloca do Seixal para Lisboa e de Lisboa para o Seixal.

Importa referir que desde 2011 já foram suprimidas 16 carreiras diárias, e que se tem vindo a acentuar o desinvestimento da empresa na manutenção e reforço da frota. O transporte fluvial assume um papel de extrema importância na mobilidade das populações, transportando cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que a Câmara Municipal do Seixal reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo.

 




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