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CRAV Festejou 37 anos de Vida em Prol do Desporto e dos Jovens Arcuenses

CRAV Festejou 37 anos de Vida em Prol do Desporto e dos Jovens Arcuenses

 

O CRAV – Clube de Rugby de Arcos de Valdevez, esteve de parabéns ao completar o seu trigésimo sétimo aniversário (1981-2018). Estão, portanto, decorridos 37 anos desde a sua fundação, motivada por um punhado de jovens arcuenses que admiravam o rugby como desporto de competição. Desde então, a sua história está repleta de êxitos e de muitas conquistas, sendo que a mais recente foi a obtenção do título de campeão nacional da 1.ª divisão 2017/2018, o que lhe dará direito de, na próxima época, estar entre os maiores do rugby nacional.

O amplo salão de festas da Quinta de Parada acolheu, no passado sábado, 16 de Junho, cerca de 400 convidados, autoridades locais e atletas, para participar no jantar/festa de aniversário. À chegada, dois jovens “ardinas” vestidos a preceito, ofereciam a última edição do jornal do clube “O Ensaio”.

O presidente desta instituição, Fernando Manso, deu as boas vidas e enumerou alguns dos momentos mais marcantes da vida do CRAV e dos diversos escalões, que vão desde os sub/8 até aos seniores, e ao “regresso” da equipa feminina, depois de um curto hiato de tempo: “somos a maior e mais antiga instituição desportiva do concelho, o que implica maior responsabilidade e dinâmica de trabalho, pelo que deixamos uma palavra de apreço e gratidão para aqueles que no dia-a-dia contribuem para o sucesso, ou seja, os atletas, treinadores e seccionistas, que são parte integrante desta família”.

O presidente da autarquia, João Manuel Esteves, fez alusão “ao excelente trabalho que o CRAV promove junto dos mais jovens, com especial incidência na sua formação como atletas e futuros homens. E é isso que torna este clube diferenciador em termos de objetivos desportivos, pelo que o título de “capital do rugby nortenho” que lhe está associado o seja de pleno direito”.

O momento seguinte foi de apresentação dos novos corpos sociais e daqueles sobre quem vai recair a responsabilidade de cada escalão (técnicos e dirigentes), da entrega de troféus aos jogadores que mais se distinguiram (Atleta do ano Sénior: Renzo Draghi, que na sua ausência foi entregue a Catarina Pinto; Revelação Sénior: Gonçalo Pereira; Atleta do ano sub-18: Eduardo Fernandes; Atleta do ano sub-16: Rui Tiago Abreu; Mérito desportivo feminino: Bárbara Pacheco). No decorrer do jantar, Milay Lagarto, uma antiga atleta do clube, interpretou alguns temas musicais que mereceram, no final, o caloroso tributo dos presentes.

O momento alto da noite foi a entrega do galardão mais importante do clube, denominado “Prémio Júlio Faria” tendo a escolha do júri sido unânime atribuindo-o ao ex-atleta Gil Gonçalves, o qual, como médico, continua a dar a sua colaboração ao clube. A entrega esteve a cargo do patrono deste prémio.

A finalizar, foi apresentado a mascote do clube, “O cravito”, cantaram-se, em uníssono, os Parabéns, sopraram-se as 37 velas e brindou-se aos êxitos e ao futuro auspicioso, com os desejos de longa vida para o CRAV. A festa prosseguiu, depois, pela noite dentro.

Atividades Desportivas em Dia de Festa

Neste dia de celebração foi variado e intenso o programa de atividades.

Inicialmente, às 15 horas, no improvável Campo do Trasladário, as equipas sub 8, sub 10 e sub 12 do CRAV fizeram uma demonstração do que é jogar Rugby,.

Todavia, dadas as limitações do terreno de jogo, em que a relva sintética foi substituída por granito, os jovens do CRAV fizeram o jogo no formato TAC Rugby, isto é, com um cinto que simula o contacto físico e impede os pequenos de cair no chão. 

Ao mesmo tempo, mas no campo de Rugby, os sub 14 do CRAV jogaram contra os sub 13 do US Salles (França), num jogo condicionado pelo forte calor, mas em que os jovens puderam contactar com o rugby de um outro país, mas desta vez com vantagens para os amigos franceses, que concluíram o jogo com uma vitória clara mas não demasiado expressiva.

Mais equilibrado foi o jogo que se seguiu, entre o CRAV sub 15 e o U.S. Salles sub 14. Os franceses venceram por uma diferença mínima (dois ensaios contra um), mostrando maior experiência face a uma equipa que afirmava um maior poder físico, e, de forma inversamente proporcional, um menor discernimento.

Seguidamente, às 17 horas, foi a vez de um minitorneio de Touch Rugby. Rapazes e raparigas, seniores, sub 16, sub 18, femininos e veteranos, mesclaram-se e, divididos por três equipas, divertiram-se na variante o Rugby sem contacto.

Por fim, após alguns anos e mais alguns quilos, repetiu-se um dos acontecimentos marcantes do Rugby dos anos 90 no norte: CRAV vs UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) "fizeram uma perninha" em veteranos. Os tempos da acesa rivalidade já lá vão, mas ficou o registo do prazer de jogar Rugby, independentemente da idade.

Num balanço total de toda esta atividade, fica o registo de uma belíssima tarde de Rugby, onde todos, unidos pelo pretexto do aniversário do Clube, afirmaram o prazer de jogar Rugby e desfrutaram dos prazeres que a prática da modalidade proporciona.

 

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