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Freguesia de Rebordelo - Municipio de Vinhais

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Rebordelo, com características de terra quente, está situada na margem esquerda do rio Rabaçal, a Sudoeste da sede concelhia da  qual dista cerca de 25km.
É uma região fértil em cereais e produtos hortícolas, possui lagar de azeite, vinho e duas minas de estanho, “Alto do Sarilho” e “Trigueiriça n.º 1”. Julga-se que a sua exploração remonte a tempos muito antigos.
Rebordelo, em tempos, foi um grande centro de indústria caseira de seda.
A povoação aparece referenciada nas Inquirições de D. Afonso III de 1258.
A antiga freguesia era abadia do Padroado Real, tendo, no seu termo, propriedades da Ordem do Hospital.
Em 1463 D. Afonso V, a instâncias da Câmara e senado da vila de Vinhais, concede privilégio de couto de homiziados à aldeia de Rebordelo. “Rebordelo é terra de judeus” dizem os vizinhos. No bairro do Rigueiral podemos ver uma casa com uma estrela de David gravada num pilar de granito.

Supõe-se que por esta freguesia passasse uma derivante da Via Romana de Braga a Astorga, percurso entre “Aquae Flaviae” e “Compleutica”, traçado norte, por Rebordelo e Soeira (Vinhais).
Este percurso está documentado por marcos miliários encontrados num eixo Vinhais – Soeira – Castro de Avelãs.
«Festa dos Caretos» ou «das Varas», realiza-se no dia de Santo Estêvão e “decorre, com pormenores de grande interesse folclórico, como, por exemplo, a «encamisada» constituída por um vistoso cortejo, que percorre de noite a povoação à luz de archotes, ou «fachucos», formado por cavaleiros e carros de bois pejados de rapazio a dar vivas aos mordomos; estes com coroa na cabeça e varas nas mãos, em ar de cetro, que no segundo dia entregam solenemente aos seus sucessores, ao som de tiros atroadores; uma fantochada, no género das «paródias» do Carnaval lisboeta,que se desloca de carro, ou a pé, e se detém a espaços, para representar o episódio, previamente ensaiado, trágico ou mesmo tétrico, mas sempre destinado a provocar a hilariedade de toda a assistência.
Os rapazes vestem-se com casacos de cores garridas, com capuz, cordões e chocalhos dourados, e calças ainda mais vistosas, feitas de dois tecidos formando listas verticais, e tapam a cara com caretas de sola, geralmente pintadas.” D. Sebastião Pessanha


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