Bem Vindo à<br>Freguesia de Nossa Senhora da Conceição e São Bartolomeu

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Freguesia de Nossa Senhora da Conceição e São Bartolomeu

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FREGUESIA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO E SÃO BARTOLOMEU DE VILA VIÇOSA

 

Na sequência da recente reorganização administrativa do território das Freguesias aprovada pela Assembleia da República (Lei 56/2012, de 08 de novembro e Lei 11-A/2013, de 28 de janeiro), foi criada a nova Freguesia de Nossa Senhora da Conceição e São Bartolomeu, resultado da agregação das Freguesias de Conceição e de S. Bartolomeu, município de Vila Viçosa.

A Freguesia de Conceição, com uma área de 3.297,45 ha abrangia a maior parte do concelho, bem como uma vasta área rural. Tratava-se da Freguesia mais populosa - 4.165 habitantes – contendo a sua área administrativa aproximadamente 50% da população concelhia. Tratava-se, de acordo com o artigo 5º da Lei 22/2012, de 30 de maio, de uma freguesia integrada em lugar urbano.

Os setores de atividade principal são o comércio e serviços que integram a sede do concelho, a metalúrgica, a extração de mármore, a agricultura e a pecuária.

 

Deste modo, grande parte da dinâmica económica, cultural, patrimonial, religiosa, social e turística do concelho está integrada na área geográfica desta Freguesia.

A Freguesia de Conceição era contígua em todos os limites administrativos à Freguesia de S. Bartolomeu.

 

A Freguesia de S. Bartolomeu tinha uma área de 20,11 ha, e correspondia à freguesia mais pequena abrangendo uma parte da sede do concelho, isto é, a freguesia de S. Bartolomeu, era considerada, de acordo com o artigo 5º da Lei 22/2012, de 30 de maio, como integrada em lugar urbano.

 

Tinha a particularidade de ser uma “freguesia-enclave”, isto é, está totalmente rodeada pelo território da Freguesia de Conceição (150 vezes mais extensa do que ela), com quem formava a vila de Vila Viçosa. Em S. Bartolomeu localizam-se os Paços do Concelho da vila, que faziam dela o centro político da mesma.

A sede da Junta de Freguesia já era partilhada com a sede da Junta de Freguesia de Conceição.

 

Nota histórica

Historicamente a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição nasce como Matriz ou “mãe” municipal, já que reuniu os habitantes locais da vila primitiva que viviam dentro da fortaleza medieval em torno da ermida de Nossa Senhora do Castelo. Foi o primeiro foral de 5 de Junho de 1270, no reinado de D. Afonso III, que deu expressão ao anseio municipalista e consolidou o crescimento de Vila Viçosa.

A freguesia de Nossa Senhora da Conceição enraizou o seu orago devocional cristão na Mãe Celeste e, mais tarde, a 25 de Março de 1646, o rei D. João IV natural de Vila Viçosa, fez aclamar pelos três estados da Nação portuguesa (clero, nobreza e povo) a Virgem como Rainha de Portugal. Desde aí, os nossos reis abdicaram da exposição icónica do principal símbolo da realeza: em Portugal, a coroa não mais foi ostentada na cabeça do monarca.

No início do século XV o condutor vitorioso da Guerra de Independência contra Castela, D. Nuno Álvares Pereira, doou o senhorio de Vila Viçosa ao seu genro, D. Afonso, cabeça fundadora da Casa de Bragança que aqui se sediou como a mais poderosa linhagem da aristocracia portuguesa. A devoção à Imaculada Conceição e a mesma imagem que ainda hoje se venera no Solar da Padroeira devem-se, segundo a tradição, ao próprio Condestável.

 

A Freguesia de S. Bartolomeu terá surgido a meio do século XIV, algures entre os reinados de D. Afonso IV e D. Pedro I quando a natural expansão da urbe primitiva, extravasando os limites do Castelo, se ampliou até chegar ao que hoje se designa como a Praça da República. Em 1560 o Duque de Bragança, D. Teodósio I, mandou demolir uma pequena ermida gótica situada no vasto terreno que veio ser aquela Praça para, em sua substituição, erigir outra igreja de maior vulto e determinando-se fazê-la cabeça da Freguesia de São Bartolomeu. À Colegiada de Ourém, entretanto instalada, se deveria atribuir a condução pastoral dos novos munícipes.

Saiu todavia frustrado o novo templo que não chegou a erguer-se e a sede paroquial passou transitoriamente para a Igreja de S. Sebastião e depois, desde 1568, para a Igreja do Espírito Santo ou da Misericórdia, entretanto fundada sob o patrocínio da Casa de Bragança. Finalmente, a Paróquia instalou-se na Igreja de S. João Evangelista em 19 de Fevereiro de 1865, templo já levantado desde 1636 para receber os jesuítas e o seu labor educativo os quais, em edifício contíguo, haviam fundado o Colégio Novo, depois de se verificar acanhado o Colégio Velho sediado no solar nobre de João Gomes Vieira a meio da Rua dos Fidalgos (1601).

 

 

 

 


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